Blog do Flavio Gomes
Sem categoria

A viagem: Joca salvou

POUSO ALTO (ufa!) – Como no ano passado, resolvi colocar o 67 na estrada. A saída foi meio tumultuada, tive de passar na LF para dar uma olhada nos freios, porque o pedal estava duro e as rodas pareciam travadas. Demos uma ajeitada geral e lá me fui. Só que na Marginal Tietê, aquele calor […]

POUSO ALTO (ufa!) – Como no ano passado, resolvi colocar o 67 na estrada. A saída foi meio tumultuada, tive de passar na LF para dar uma olhada nos freios, porque o pedal estava duro e as rodas pareciam travadas.

Demos uma ajeitada geral e lá me fui. Só que na Marginal Tietê, aquele calor dos diabos, o pedal começou a subir de novo. O 67 foi se arrastando até o primeiro posto da Ayrton Senna e achei um borracheiro.

O cara, Joca, estava dormindo. E era só borracheiro. Mas quebrou um galhão. Levantou o carro, sangrou o freio nas quatro rodas, o pedal baixou, deu freio, lá vou eu para a estrada de novo. Grande Joca. Nem cobrou nada. Eu só tinha 7 reais no bolso de trocado, dei para ele. Um dia volto para agradecer melhor.

Sempre tem um Joca na estrada para socorrer um DKW. Essa é uma verdade absoluta.

Parei para abastecer no Clube dos 500, de novo. Como estava meio atrasado, por conta do freio e da saída tumultuada de SP, não me demorei muito. Abasteci na mesma bomba do ano passado. É bom iniciar algumas tradições…

O carrinho foi bem até o final. Nos últimos 40 km a direção começou a tremer um pouco, desconfio que a cruzeta anda meio impaciente. Cheguei ao Serraverde às 20h. A cegonha já estava no pedaço.

Volto já para falar do susto do desembarque dos carros.