SÃO PAULO (sempre volto) – Dia longo e agradável. Das Mil Milhas, posso dizer que…
– Era uma prova que merecia mais gente nas arquibancadas. Ou, melhor: gente nas arquibancadas. Não havia ninguém.
– OK, o ingresso não era barato. Mas SP não tem 5 mil pessoas, ou 10 mil, ou mil, com 60 mangos no bolso para ver uma prova como essa? Será que somos menos do que imaginamos?
– É lindo ouvir roncos diferentes na mesma corrida.
– É lindo o ronco de um Corvette de um motor que deve ter mais de 50 anos.
– São belos os protótipos abertos.
Bruno Terena
– Nunca vi um carro de corrida igual a esse 908 da Peugeot. Um assombro. Como assombrosa é a labuta do time do leão. Esse é o carro. Que um dia estará num museu e será admirado por milhares de pessoas, por ter vencido seis em seis. A briga com a Audi, no ano que vem, será espetacular.
– O asfalto de Interlagos ficou muito bom. De noite os tempos não pioram e andar no escuro é tão fácil quanto. Mas ele come pneu, a borracha tcheca acusou o golpe. E é bom andar com cinco marchas pelos 4.309 m do Templo a 6k de rpm. Mais ainda com alguns cavalos a mais na frente do que os parcos que me oferece o #96. Mais ainda com quatro argolas na grade. Viu, Ceregatti?