
SÃO PAULO (vai ser lindo) – Confesso, sem remorso: não vi a classificação. Apenas os melhores momentos. No celular. Porque estava aqui:
Foi lindo demais. Não estamos sozinhos, nunca estivemos.
A classificação, então. Mais uma pole de Verstappen, sexta no ano, 19ª na carreira. A Mercedes foi o destaque dos dois dias de treinos no México, a ponto de Toto Wolff dizer que “é a maior chance” de ganhar uma corrida nesta temporada.
Russell larga em segundo, Hamilton em terceiro. Palpite? Russell vence amanhã. Por quê? Por nada. Apenas palpite. Anotem aí.
Schumaquinho, Vettel, Stroll, Albon e Latifi foram os eliminados no Q1. Ruim para a Aston Martin, claro. Ricciardo, Zhou, Tsunoda, Gasly e Magussen ficaram no Q2. Assim, a surpresa no Q3 foi Bottas. Que fechou o dia em sexto, dando sinal de vida depois de uma seca danada de pontos — a última prova em que o peladão ficou entre os dez foi no Canadá, em junho; são dez GPs, já, sem pontuar.
Max sobrou no Q3, como se vê na tabela de tempos acima. A Ferrari foi mal, com Sainz em quinto e Leclerc em sétimo. Abaixo, imagens do dia. O que estão fazendo Patrese, Mansell e Schumacher na galeria? É que esse aí, no México, em março de 1992, foi o primeiro pódio do alemão na F-1. Depois vieram mais 154.
Amanhã é dia 30. Amanhã é dia de enfiar o dedo no 13 com gosto, raiva, esperança. Chega disso que virou o Brasil. Chega.