SÃO PAULO (que horror) – Sim, sou ombudsman de IA e de textos corporativos. Que são feitos por IA. Leiam:
O conceito monocromático cria uma aparência marcante e premium, conectando-se a uma interpretação moderna do icônico escudo da Cadillac, servindo como um ponto visual marcante no carro. O grande brasão da Cadillac é posicionado de forma elegante na traseira para disfarçar as superfícies aerodinâmicas e ao mesmo tempo mostrar ousadamente o poderio da Cadillac no cenário mundial do esporte. O padrão geométrico de precisão da Cadillac é apresentado verticalmente por todo o carro, em uma sequência de acabamentos brilhante e fosco que ajudam a disfarçar a carroceria em uma exibição artística do DNA da marca. Linhas limpas e um uso contido de cores reforçam uma estética técnica e orientada ao futuro, alinhada às ambições de desempenho no mais alto nível do automobilismo global.
Essa aí é a descrição distribuída pela Cadillac disso aí embaixo.
Trata-se da pintura do carro da equipe para os testes de pré-temporada em Barcelona, de 26 a 30 de janeiro. Depois tem duas sessões no Bahrein, em fevereiro, mas aí o time vai com a pintura definitiva, que será apresentada no próximo dia 8 nos EUA.
Textos de IA são uma gigantesca picaretagem. Com todo respeito.
Digo, sem respeito algum.