
SÃO PAULO (vai indo…) – Barcelona, dia #3, presentes: McLaren, Alpine, Mercedes, Audi, Haas e Vai no Débito Mesmo. Ausentes: Aston Martin (ainda não andou), Red Bull, Ferrari e Cadillac. Nem apareceu: Williams.
É só um balanço dos 11 times para a gente sempre ter em mente quem está fazendo o quê. A McLaren colocou seu carro na pista pela primeira vez com o campeão Lando Norris ostentando o número 1 no bico, algo que o time não fazia desde 2010 com Jenson Button — campeão na temporada anterior pela extinta Brawn.
Pela cronometragem extra-oficial, porque nenhuma equipe está divulgando tempos, tampouco FIA ou Liberty, Kimi Antonelli foi o mais rápido hoje com 1min17s382. A Mercedes andou com seus dois pilotos. O mesmo fez a Alpine, com Pierre Gasly e Franco Colapinto. George Russell, da Mercedes, pegou o asfalto a 2°C e falou que nunca andou sobre algo tão frio na vida. O dia teve até sol, mas a temperatura não passou dos 11°C. (Venham para Jacarepaguá da próxima vez, aqui faz sol e calor e tem caipirinha.)
Na Audi, o responsável pelos trabalhos hoje foi Nico Hülkenberg. Na Crédito ou Débito?, Arvid Lindblad. Na Haas, Oliver Bearman. A Mercedes comemorou o fato de ter completado 183 voltas hoje. No total, contando o que andou anteontem, já são 334 sem maiores intercorrências. É disso que se trata neste começo de temporada: confiabilidade.
Faltam dois dias para o fim da “Shakedown week”. A equipe alemã pode escolher quando voltar à pista, amanhã ou depois. Já andou em duas sessões e cada time pode fazê-lo em apenas três dos cinco dias previstos. Espera-se que a Aston Martin dê as caras — todo mundo quer ver o primeiro projeto autoral de Adrian Newey no novo time. Ferrari, McLaren e Cadillac podem andar nos dois dias e a Red Bull terá de decidir se vai na quinta ou na sexta, como a Mercedes.
“Nossa, você não sabe nada sobre desempenho, quem vai andar melhor, quem vai ganhar o campeonato, quem está se ferrando?” Não, não sei.