SÃO PAULO (eu imaginava) – Desculpem o trocadilho ridículo e previsível, mas não resisti. A Ferrari não vai usar o KERS na China. Deu um piripaque no de Raikkonen na Malásia e não ajudou Massa em nada, exceto na largada, nas duas primeiras etapas do ano. Chega, aposenta.
Todo mundo me pergunta o que acho desse treco, e sempre digo que não faz sentido na F-1, só em carros elétricos que têm de acumular energia de onde ela vier. Gastaram dinheiro à toa. Não sei se Max Mosley vai insistir nisso para o ano que vem. É uma babaquice cara demais para dar um gás nas retas por sei lá quantos segundos por volta.
OK que um ou outro piloto encontrou bom uso para o KERS para se defender de ataques, ou completar uma ultrapassagem, e é um recurso a mais que às vezes pode até dar graça a alguns momentos de uma corrida. Mas compensa?
Acho que não. A Ferrari também acha, pelo jeito.