TagFerrari

DICA DO DIA

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RIO (cinza) – A história desta Ferrari abandonada num pátio da Prefeitura de Santo André é uma das melhores dos últimos tempos, com desdobramentos dramáticos. Está no UOL, em texto assinado por Alessandro Reis.

SURPRESAS? SÓ SE ALONSO VOLTAR

S

RIO (quanta coisa!) – Os dois anúncios feitos hoje na Europa não chegaram a surpreender. Quando Vettel avisou que estava de saída, imediatamente o nome de Sainz Jr. apareceu para preencher seu lugar e, ato contínuo, Ricciardo passou a ser o nome da McLaren. Havia outras possibilidades, mas elas demandariam muita conversa — Vettel na McLaren, por exemplo, ou Hamilton na Ferrari e Seb...

CANSOU

C

RIO (mexe em tudo) – A notícia começou a pipocar na noite de ontem, e na madrugada de hoje saíram os comunicados oficiais. Vettel está fora da Ferrari em 2021. Talvez nunca mais guie um carro vermelho. Afinal, alguém aposta todas suas fichas na realização de um campeonato neste ano? Eu tenho sérias dúvidas. Sebastian não quis ser escada para Leclerc. A Ferrari estendeu o contrato do...

ONE COMMENT

O

Se eu disser que não queria no meu saudoso DKW #96 este motor Ferrari dois tempos de três cilindros, 1.347 cc e 216 HP de potência, estaria mentindo. Pelo que diz a plaquinha, foi um projeto experimental de 1994 liderado por Mauro Forghieri. Certamente a equipe não teria ficado tanto tempo na fila se tivesse espetado um desses naquelas bicheiras de Fórmula 1. Ah, o motor foi batizado como F134.

SF1000

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A SF1000 por todos os ângulos: elegante, como sempre RIO (vermelho sempre) – Começou a temporada de lançamentos da F-1, com a Ferrari apresentando hoje seu modelo 2020 num espetáculo feérico em um teatro em Reggio Emilia. Teve dança, malabarista e orquestra. Pode ser uma retomada das grandes festas de apresentação de carros novos, que nos anos 90 eram quase um campeonato à parte —...

MAIS CINCO

M

RIO (alô 2020!) – Nos últimos dias a Ferrari anunciou a extensão do contrato de Charles Leclerc por mais cinco anos, até o final de 2024. É uma confiança desmedida num piloto bom, sim, mas que talvez esteja sendo superestimado. Em cinco anos muita coisa acontece numa categoria como a F-1, ainda mais agora que vai entrar numa era de regulamento novo, a partir de 2021. E, que se saiba...

ATÉ DÓI

A

RIO (na alma) – Saiu no “Silodrome“, excelente página para malucos como nós. Uma coleção de 11 Ferraris ficou abandonada por uma década num terreno baldio no Texas, na cidade de Lakeway. Elas pertenciam a um advogado rico que lá por 2011/2012 ficou doente e alugou um galpão de um amigo para deixar lá os carros enquanto fazia tratamento — eram 13 Ferraris e dois Rolls...

OI, FERRARI

O

A Ferrari apareceu com pintura meio fosca, de acordo com o relato do Grande Prêmio, e o “M” da picaretagem “Mission winnow” (de Marlboro, na verdade) em preto. Com Mattia Binotto na chefia, no lugar do carismático Maurizio Arrivabene (chefe de equipe na Ferrari é tão valorizado quanto técnico de futebol; cada mudança causa frisson), Vettel busca o penta com o jovem e...

FAKE CARS

F

RIO (morro de dó, mas…) – Acho, apenas acho, que o rapaz não tinha a intenção de ficar rico copiando uma F40. Dentista em Cachoeira Paulista, interior de São Paulo, ele construiu uma réplica do automóvel que admirava. OK. Cada um faz o que bem entender no quintal de casa. Mas aí, por “n” motivos, colocou para vender. A Ferrari foi para cima e o carro foi apreendido. Sim, a...

A QUEDA

A

RIO (desliguem o maçarico de noite, pelo menos!) – Não se pode dizer que os quatro anos de Maurizio Arrivabene no comando da Ferrari tenham sido um fiasco total. Ele pegou a equipe depois de uma temporada, 2014, muito ruim: nenhuma vitória, nenhuma pole e apenas o quarto lugar no Mundial com 216 pontos — atrás da campeã Mercedes, que fez 701, da Red Bull e da Williams. Em 2015, o time...

KIMI & LECLERC

K

RIO (gostei!) – A Ferrari confirmou hoje de manhã, com seu estilo peculiar de comunicado oficial de duas linhas, que Charles Leclerc assume a vaga de titular ao lado de Vettel no ano que vem. É a concretização de um plano que começou lá atrás com Jules Bianchi, interrompido tragicamente em Suzuka. Alguns anos foram necessários para criar outro menino, e o monegasco está pronto. Falamos...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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