
É considerável, claro. Mas nem faz cócegas na F-1. Uma vaga na Force India, por exemplo, está cotada em 20 milhões de dinheiros americanos. Na Caterham, metade disso.
O Japão é um país rico, mas está em crise e tem coisas mais urgentes para resolver, depois dos terremotos e dos tsunamis de 2011. E quem apoiava pilotos, algum tempo atrás, eram as montadoras — basicamente, Honda e Toyota, com participação de outras empresas de alguma forma ligadas a essas fábricas. O próprio Koba era cria da Toyota, que agora só se preocupa com o WEC.
Agora, ele está no mato sem hashi. Haveria alguma saída para Kobayashi? Lotus, que não fechou ainda com Grosjean? A própria Force India?
Lamentavelmente, acho que não. Talvez a saída seja mesmo bater à porta da Toyota para guiar aquele carrão em Le Mans.