Emerson Fittipaldi vai concorrer ao Senado na Itália por um partido de extrema-direita liderado por uma admiradora confessa de Benito Mussolini, líder fascista que incluiu o país no Eixo ao lado de Alemanha e Japão na Segunda Guerra — executado ao final do conflito pela resistência italiana, foi pendurado de cabeça para baixo num posto de gasolina. O comentário? Tem poço que não tem fundo, não.

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