Blog do Flavio Gomes
F-1

24 EM 23

SÃO PAULO (looooooooooongo…) – A FIA divulgou há pouco o calendário da F-1 para 2023, com um recorde de 24 etapas — duas a mais do que neste ano. Não houve grandes novidades. Las Vegas e Catar foram as corridas novas incluídas, a China voltou depois da pandemia e a França dançou. O campeonato começa […]

SÃO PAULO (looooooooooongo…) – A FIA divulgou há pouco o calendário da F-1 para 2023, com um recorde de 24 etapas — duas a mais do que neste ano. Não houve grandes novidades. Las Vegas e Catar foram as corridas novas incluídas, a China voltou depois da pandemia e a França dançou. O campeonato começa no dia 5 de março no Bahrein e termina em 26 de novembro em Abu Dhabi.

Quem temia por dois GPs tradicionais que podiam ser riscados do Mundial pode dormir tranquilo. Mônaco e Bélgica estão confirmados. O Principado, inclusive, anunciou uma renovação de contrato por três anos, até 2025. O Brasil recebe a antepenúltima etapa do campeonato, em 5 de novembro — um fim de semana bom para quem é de fora de São Paulo e pretende viajar, já que o dia 2, quinta-feira anterior, é feriado. Não se divulgou nenhuma informação a respeito das etapas que terão as corridas Sprint na véspera. Neste ano elas aconteceram em Ímola e Spielberg e ainda tem mais uma na agenda, em Interlagos.

Serão nove corridas na Europa, nove na região que engloba Ásia e Oceania (incluí o Azerbaijão aí, embora o país já tenha recebido o esdrúxulo título de GP da Europa em sua primeira edição) e seis nas Américas. Haverá duas “tripletas”, os GPs de Ímola, Mônaco e Barcelona (21 e 28 de maio e 4 de junho) e os de Austin, México e Interlagos (22 e 29 de outubro e 5 de novembro). O início das férias de verão não será mais depois do GP da Hungria, mas sim após a corrida de Spa. O fim de semana das 24 Horas de Le Mans foi contemplado com uma folga da F-1, nos dias 10 e 11 de junho.

A saída da França, que já havia ficado fora do calendário entre 2009 e 2017, não incomodou ninguém. O país voltara em 2018, mas no lugar errado. O circuito de Paul Ricard, depois de suas várias reformas, nunca empolgou. Sai sem deixar saudades. A corrida do Catar, cujo governo assinou por dez anos com a F-1, ainda será em Losail — local onde aconteceu a prova do ano passado. A ideia para o futuro é construir um novo autódromo ou, talvez, inventar uma corrida de rua.

A Rússia, que estava no calendário deste ano e teve sua etapa cancelada por causa da guerra, segue fora, claro. A Alemanha parece ter sido esquecida. E ninguém mais se lembra do Vietnã.