
SÃO PAULO (e chega) – Pronto, grid montado para 2025. A Red Bull confirmou hoje a estreia do francês Isack Hadjar na Racing Bulls para ser o companheiro de Yuki Tsunoda. Ele tem 20 anos e foi vice-campeão da F-2 nesta temporada. Assim, depois de uma virada de 2023 para 2024 sem mudança nenhuma — todos os pilotos que terminaram 2023 começaram 2024 exatamente onde estavam –, só duas duplas estão mantidas para o ano que vem, as de McLaren e Aston Martin. No mais, um entra-e-sai geral.
Tecnicamente, serão três estreantes: Bortoleto (Sauber), Antonelli (Mercedes) e Hadjar (Racing Bulls). Lawson (Red Bull), Doohan (Alpine) e Bearman (Haas) são “quase” — farão suas primeiras temporadas completas depois de disputar algumas corridas em 2023 (caso de Lawson) e 2024 substituindo titulares doentes ou machucados ou suspensos ou demitidos. Nenhum deles era nascido quando Alonso estreou na F-1, em 2001. Pérez, Ricciardo, Magnussen, Bottas, Zhou e Sargeant, entre os que iniciaram o último Mundial, estão fora. Colapinto, que fez as últimas provas pela Williams no lugar de Sargeant, idem.
É uma chacoalhada e tanto. A média de idade dessa turma no dia 16 de março, quando começar a temporada 2025 na Austrália, será de 26,8 anos, contra 29 do início de 2024. Dois não terão chegado aos 20 anos de idade: Antonelli (18) e Bearman (19). Eram sete com mais de 30 na primeira prova deste ano, em quem não se deve confiar. Serão quatro no ano que vem: Hamilton (40), Alonso (43), Hülkenberg (37) e Sainz (30).
Hadjar é o 19º piloto do programa júnior da Red Bull a chegar a F-1 desde 2001, quando a marca era apenas patrocinadora e ainda não tinha uma equipe própria. Dois viraram tetracampeões, Vettel e Verstappen.