Arquivoterça-feira, 7 de março de 2006

Testinho da semana

T

SÃO PAULO (tem uma britadeira na minha janela desde ontem!) – Nürburgring? Spa? Zeltweg? Emerson Braz manda a foto, e desta vez eu quero ver neguinho acertar: quem está na foto, quando ela foi tirada e onde foi clicado o retrato bucólico desta corrida perdida no tempo? (E por hoje chega que estou atrasadíssimo para um trabalho que preciso entregar hoje. Aliás, deveria ter entregue ontem. E...

MAVECO & CIA

M

SÃO PAULO (nossos ídolos ainda são os mesmos) – Hoje à noite, 22h, tem “Limite” na ESPN Brasil. Menu farto: tem matéria sobre Jacarepaguá, carrinhos de autorama, o Maverick da 5000, entrevista com Carlos Col. Canal 70 na NET. Na TVA eu não sei, troquei a TVA pela NET há um ano. E olha que eu gostava da TVA, era assinante havia mais de dez anos. Aí me telefonaram, num belo dia:...

Maratona de autorama

M

SÃO PAULO (amanhã é o Dia da Mulher, não se eesqueçam) – Nos dias 9 e 11, quinta e sábado, a Shelby Modelismo faz em SP uma prova de “endurance” de autorama (o pessoal prefere “slot cars”, mas para mim é autorama, mesmo).
Se chama “4 Horas Classic” para réplicas e modelos 1:32. Deve ser bem legal, a julgar pelos carrinhos abaixo…

E tome papel!

E

SÃO PAULO (o cara do Cometão não responde, alguém o conhece?) – Mais uma fera nos carrinhos de papel é o Sérgio Barbosa, cujas obras podem ser vistas clicando aqui. Ele faz carros nacionais, mas é um fã de Senna, e por isso o piloto brasileiro tem um destaque especial em seu portfólio. Foto da Lotus de 85 abaixo. De babar.

Beleza é fundamental

B

SÃO PAULO (já é terça?) – Continuo achando que essa Stock Jr. é uma categoria inútil, mas o que vínhamos discutindo aqui estava mais ligado à estética que à técnica. E vejam o que me envia o blogueiro Marcos Ferreira: uma foto do equivalente dessa brincadeira na Austrália. Como se vê, houve uma preocupação com o design, digamos, um pouco maior do que no Brasil com aquele carrinho de parque...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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