Arquivosexta-feira, 10 de março de 2006

A coisa mais linda

A

SÃO PAULO (ainda terei um, ah, se terei…) – No Best Cars, o melhor site de carros do Brasil, mandaram para o ar na sessão “Carro do Leitor” uma reportagem com o automóvel mais bonito e elegantemente esportivo que já foi produzido na porção do universo que vai de Mercúrio a Plutão. Abaixo, só um aperitivo. Entrem lá para ver o resto. Eu conheci esse carro de perto no nosso...

Schumacherix

S

SÃO PAULO (alguém aí tem uma poção mágica?) – O espevitado Rodrigo Borges manda a notícia, que saiu no site A Arca. O próximo filme do Asterix no cinema terá a participação de adivinhem quem? Michael Schumacher! Essa é boa. Se ele fosse fazer o papel de algum dos irredutíveis gauleses, tenho certeza que boa parte dos que aqui se deleitam votariam no Chatotorix. Como conheço o cabra e sei...

Bahrein em pílulas

B

SÃO PAULO (será que vai dar certo?) – Para começar a fechar o dia, pílulas fotográficas com curiosidades barenitas. Na primeira foto, o brinquinho de Alonso; na segunda, Newey de uniforme novo (meio cafona, a Red Bull pode melhorar isso); na terceira, o visual fashion de Trulli, com um samurai de chuquinha estampado no capacete e uma sapatilha que vou te contar… Eu queria uma dessas...

George nunca é demais

G

SÃO PAULO (the sun has gone) – Vai fazer dez anos do acidente de Emerson Fittipaldi em Michigan. Seria apenas uma efeméride, não tivesse o blogueiro Leonardo Rodrigues enviado o link para este vídeo do George Harrison com uma mensagem para o amigo Emmo. É da época do acidente, ao que parece algum programa do SBT que pediu ao beatle para mandar uma mensagem a Fittipaldi, que se recuperava do...

Bahrein, dia 1

B

SÃO PAULO (com sono, mas vi) – É bom a TV passar a mostrar esses treinos de sexta, para todo mundo ver o tamanho da chatice. Em todo caso, quem quiser falar sobre o primeiro dia da F-1 em 2006, é só despejar o que achou aqui. Deu Honda, Davidson. O rei das sextas-feiras. Ah, achei que a McLaren aliviou no cromado. Está mais para aço escovado. E o Schumacher em segundo… Pode ser que a...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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