Arquivosegunda-feira, 10 de março de 2014

PALPITEIROS, MEXAM-SE!

P

SÃO PAULO (avante!) – A maior competição de palpites sobre o Mundial de F-1 está no ar, numa promoção do Grande Prêmio com a Eurobike. O prêmio não é coisa pouca, não: uma viagem para a Alemanha para assistir a uma prova do DTM. Os detalhes estão aqui. O cadastro é gratuito e o regulamento está no site específico criado para vocês mostrarem que entendem mesmo do riscado.

Estão esperando o quê, então? Tem corrida domingo, macacada!

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IMPERDÍVEL

I

velocult2014SÃO PAULO (hoje mesmo) – Começou no dia 9 a 5ª edição do Velocult, evento organizado pelo artista plástico Paulo Soláriz no Conjunto Nacional, na esquina da Augusta com a Paulista. Ficam lá até o dia 29 carros de corrida, memorabilia, painéis e muito mais sobre o automobilismo brasileiro. No dia 17, segunda que vem, vários pilotos serão homenageados. Entre eles, Marinho, o grande ás da Vemag.

Aí do lado está o convite para todos que quiserem ir. É de graça, e é uma grande viagem pela história das corridas.

(OUTRA) DICA DO DIA

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martiniverde

SÃO PAULO (porre) – Gente do céu, se eu ganhasse por cada citação à Martini nos últimos dias, ficaria rico. Ou bêbado. Mas é que a marca despertou a nostalgia no povo. Como no Felipe Madsen, que em seu “adormecido blog Carro de Corrida”, como ele mesmo diz, publicou anos atrás diversos posts sobre todos os carros que pôde encontrar que usaram pintura Martini Racing em algum momento da história recente, ou nem tão recente assim.

No link acima estão todos os posts, acredito. Tem carro de tudo que é categoria, com algumas pinturas inusitadas. Chamou minha atenção a Lotus verde de Mario Andretti.

Apreciem com moderação.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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