Arquivosegunda-feira, 20 de outubro de 2014

CASO SÉRIO

C

SÃO PAULO (corre!) – Serão, pelo que entendi, apenas 17 unidades produzidas desta miniatura do primeiro carro brasileiro a participar de um rali na Europa. Trata-se do Puma de Jan Balder e Alfredo Maslowski que, em 1971, disputou o 5° Rally Internacional TAP, em Portugal. Dica do Felipe Nicoliello, do Puma Classic, que já deve ter comprado o seu. É Automodelli, claro.

FOTO DO DIA

F

SÃO PAULO (manda pra cá) – Falando em chuva, esta foto foi enviada pelo vemagueiro Gerson Untertriefallner Costa no nosso grupo fumacento. “Nesses últimos dias, Porto Alegre novamente está sofrendo com os alagamentos. No entanto o problema não é de agora, Vejam essa foto de 1962, na Av. Julio de Castilhos, onde aparece uma Vemaguet desafiando as ruas alagadas”, diz o amigo...

LADALAND

L

SÃO PAULO (que beleza…) – Claro que para quem mora em São Paulo essas imagens parecem muito distantes, pois não chove por aqui há séculos. Mas caso isso volte a ser necessário um dia, estou tranquilo. A única diferença é que a minha é vermelha.
Filipus Augustus mandou o vídeo, que nosso amigo VelozHP certamente amaria de paixão e teria muito a dizer sobre ele.

O NOVO RUBENS

O

SÃO PAULO (leiam, leiam, leiam, canalhas!) – Nestes dias meio bagunçados, com um monte de corrida de F-1, acidente de Bianchi, mercado de pilotos pegando fogo, nem indiquei com a devida atenção a ótima entrevista que Renan do Couto fez com Rubens Barrichello logo depois de sua primeira vitória na Stock — justamente na Corrida do Milhão, em Goiânia. Está aqui, na última edição da...

BYE, FÓRMULA 3

B

SÃO PAULO (saía gente boa daí…) – Emerson em 1969, Pace em 1970, Piquet em 1978, Chico Serra em 1979, Senna em 1983, Gugelmin em 1985, Barrichello em 1991 (na foto abaixo), Gil de Ferran em 1992, Haberfeld em 1998, Pizzonia em 2000, Nelsinho em 2004, Nasr em 2011. Foram 12 os brasileiros que conquistaram o título inglês de Fórmula 3, categoria disputada desde 1964 que, por muitos...

HULK FICA

H

SÃO PAULO (fez bem) – A Force India anunciou a permanência de Nico Hülkenberg para 2015. Esse menino é bom, rápido, constante. Mas deu azar na carreira. Por alguma razão, nunca esteve na mira de equipes grandes para valer. Ferrari e McLaren chegaram a falar nele no passado, mas as coisas nunca passaram do nível de interesse genérico. Ele nunca foi prioridade, em resumo. Na Williams, onde...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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