Arquivoterça-feira, 14 de junho de 2016

VIVO

V

SÃO PAULO (eles falam) – A maioria não vai achar nada deste vídeo. Eu fiquei emocionado. Um Belcar 67 abandonado, que passou anos ao relento, sofrendo sabe-se lá o quê… E um dia uma boa alma resolve trazê-lo de volta à vida. E ele está vivo. Eu escreveria um livro sobre esses três minutos.
Um carro nunca é só um carro. Um DKW nunca é só um DKW.

A CORRIDA MAIS CURTA

A

SÃO PAULO (boa!) – Às vezes algumas contas que sigo no Twitter geram boas notinhas. É o caso desta aqui, que foi postada pelo pessoal do GP do México. Juro que não sabia. Fiquei sabendo. O piloto que menos andou na história da F-1, tendo largado em pelo menos um GP, foi o italiano Marco Apicella: 800 metros. Ele disputou o GP da Itália de 1993 pela Jordan. Não lembro bem por que correu. A...

LENGA-LENGA

L

SÃO PAULO (esqueçam) – Conheço bem Bernie Ecclestone. O baixinho fala pelos cotovelos, e quando não tem nada para dizer, diz qualquer coisa. Foi assim há alguns anos, muitos anos, na verdade. Em novembro de 1997, ele estava em Cuba visitando o país junto com Niki Lauda. Era alguma coisa ligada à Lauda Air, a antiga companhia aérea do austríaco. Aí, do nada, surgiu a “notícia”:...

BAKU CHEGANDO

B

SÃO PAULO (como pode?) – Sempre gostei de corridas novas. Mas nem todas se mostram legais. Algumas dessas recentes não deixariam saudades se fossem sacadas do calendário. Duas delas, aliás, se foram e ninguém sentiu muita falta: Índia e Coreia do Sul — queria saber o que foi feito desses autódromos, inclusive. Mais uma que passou sem deixar rastros: Valência. Alguém se lembra dela...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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