Arquivosexta-feira, 17 de junho de 2016

ACABOU

A

SÃO PAULO (mas na net…) – Nos meus tempos de “Folha”, uma corrida de F-1, qualquer uma, enchia uma página inteira em época de crise de papel e pelo menos duas em tempos normais. Isso faz tempo. Saí de lá em 1994, quando ainda não existia a internet. E quando a imprensa escrita era formada apenas por jornais e revistas. E eles eram importantes, relevantes, sérios. Por...

QUER PARTICIPAR?

Q

SÃO PAULO (saindo do forno) – A Fórmula Inter está quase pronta para dar o pontapé inicial. Muita coisa acontecendo, corrida contra o tempo e… oportunidades. Isso mesmo: oportunidades para participar, de uma forma ou de outra. Vejam o que a categoria postou ontem na sua página no Facebook: Pois é, o carro é lindo sim. Mas nós acreditamos que nosso maior valor é saber que nossos carros...

LE MANS, TUDO

L

SÃO PAULO (preparem-se) – Não dá para ver as 24 Horas de Le Mans sem ler duas coisas antes. Primeiro, o guia produzido pelo Renan do Couto para o GRANDE PREMIUM. Depois, claro e obviamente, o blog do Rodrigo Mattar, que vem a ser o ser vivo na Terra que mais entende de corridas de endurance — um especialista no WEC. Vocês verão, na sua página, textos sobre TODAS as equipes e TODOS os...

BÁ O QUÊ? (1)

B

SÃO PAULO (tudo se ajeita) – Olá, tudo bem? Tarde, né? Pois é. Mas, como diria um grande amigo meu, antes tarde do que mais tarde. Então vamos lá. Baku. Achei o visual bonito. Achei a pista bacana. Há defeitos, claro. Segurança, principalmente — quem diz isso é Button. Vão tirar umas zebras e pintar o chão. OK, acontece. No geral, é um traçado interessante. A reta enorme, de mais de...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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