Arquivoquarta-feira, 31 de maio de 2017

SENNA, MÔNACO & EDGARD

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SÃO PAULO (vamos brincar) – Duas grandes vitórias de Ayrton Senna em Mônaco fazem aniversário hoje. Efemérides redondas. São 30 anos da primeira de todas, de Lotus amarela em 1987, e 25 da espetacular “virada” sobre Mansell em 1992, já de McLaren. A de 1987 foi muito comentada nos últimos dias, pelo ineditismo e, também, pelo fato de outro brasileiro ter ido ao pódio, Nelson...

PREPARANDO O MOÇO

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SÃO PAULO (e ele é bom) – Antonio Giovinazzi está escalado para sete treinos livres pela Haas em finais de semana de GP a partir de julho. É um claro movimento da Ferrari para preparar o jovem italiano para um futuro que não está muito distante. Raikkonen está muito mais perto de parar do que de continuar. E o outro sonho ferrarista, Sainz Jr., está fortemente amarrado à Red Bull...

FOTO DO DIA

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Esse aí embaixo é o Ford GT #68 que Tony Kanaan vai pilotar nas 24 Horas de Le Mans ao lado de Joey Hand e Dirk Müller. Será o segundo brasileiro da equipe Ford Ganassi em Sarthe — Pipo Derani correrá no #67. Tony substitui Sébastien Bourdais, que se machucou feio nos treinos para as 500 Milhas de Indianápolis. O trio do francês venceu no ano passado com o #68 na categoria GTE Pro. O carro...

DARCY DE MEDEIROS, 73

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SÃO PAULO – Darcy de Medeiros, figura história do automobilismo brasileiro, morreu hoje em São Paulo, vítima de infarto. Ele tinha 73 anos. Desde a década de 60, quando conheceu Wilson Fittipaldi Jr., atuou nas pistas em várias categorias. Ajudou a desenvolver os primeiros Fórmula Vê, acompanhou Wilsinho na Europa desde a F-3 até a F-1 e participou como mecânico-chefe do projeto da...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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