Arquivoquarta-feira, 13 de setembro de 2017

QUEM VEM, QUEM VAI

Q

RIO (definindo…) – Ontem passei o dia em Brasília trabalhando, hoje passei o dia voltando de Brasília, e só agora dá para pingar um resumão das notícias bem importantes da F-1 que pingaram nas últimas horas. Então vamos a elas, com breves comentários. – Bottas fica: a Mercedes renovou o contrato do finlandês por mais um ano. Um aninho só, está bem claro no comunicado da equipe...

ONE COMMENT

O

Nomeado diretor-executivo da Roborace, Lucas di Grassi diz que não vai parar de correr. Mas me lembra cada vez mais André Ribeiro, pelo crescente interesse por funções que não têm muito a ver com pilotagem em si. No caso específico, inclusive, não ter a ver é literal.

CARS & GIRLS

C

RIO (esses jovens…) – O Alexandre Neves, garimpeiro de fotos na internet, achou essa aí embaixo e ficou intrigadíssimo: Não consigo identificar a foto: parece um F-3, mas não da época do Nelson. O capacete é o dele, mas será ele mesmo? Boné da Arisco? Esse não patrocinava o Rubens? De todo modo: como os tempos mudaram… Bom, nem precisa ser tão velho assim para saber um pouquinho...

TETO DA DISCÓRDIA

T

BRASÍLIA (não sei se rola…) – O Liberty (não sei por que, mas eu prefiro chamar de “a” Liberty, mas o certo acho que é “o”, o grupo Liberty, sei lá, não importa) está estudando um teto de orçamento para as equipes da F-1 a partir de 2021. Seriam 150 milhões de trumps, mais outro tanto para gastar em salários de pilotos, marketings e souvenirs. De imediato, isso...

TONY FICA

T

BRASÍLIA (vai, volta, vai, volta) – E Tony Kanaan resolveu seu futuro. Fora da Ganassi, o baiano correrá na Foyt no ano que vem, com opção para 2019. Será sua 21ª temporada na Indy, pela sétima equipe diferente. O piloto, de 42 anos, conquistou sua última vitória na categoria em 2014. Foi campeão em 2004 e ganhou as 500 Milhas de Indianápolis em 2013. Tem uma linda história, sem dúvida. Que...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
ASSINE O RSS

Categorias

Arquivos

TAGS MAIS USADAS

Facebook

DIÁRIO DO BLOG

setembro 2017
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930