SÃO PAULO (no frio) – No dia 4 de março de 2001, um menino chamado Fernando Alonso, de 19 anos, estreava na F-1 pela Minardi em Melbourne. Largou em 19º e chegou em 12º. Domingo que vem, exatos 21 anos, três meses e oito dias depois, o espanhol se torna o piloto mais longevo da categoria. O intervalo entre o primeiro e o último GP disputado — e ele vai disputar muitos mais, tomara — será o maior da história, superando os exatos 21 anos e três meses entre o primeiro e o último GP de Michael Schumacher. O alemão estreou na Bélgica pela Jordan em 25 de agosto de 1991 e pendurou o capacete em 25 de novembro de 2012, pela Mercedes, em Interlagos.
A exemplo de Schumacher, que ficou fora da F-1 por três anos, entre 2007 e 2009, Alonso também não correu na categoria por um período razoável. Esteve ausente em 2019 e 2020, retornando no ano passado pela Alpine. O asturiano completa 41 anos de idade no próximo dia 29 de julho. Com 340 largadas (e 343 “participações”, estatística que inclui GPs em que não largou por algum motivo, mas esteve no evento), Alonso deve se tornar o recordista de GPs neste ano, já que ainda faltam 15 etapas para o encerramento do Mundial. Esse recorde, hoje, pertence a Kimi Raikkonen, com 349 largadas e 353 participações.
Longa vida a Fernandinho!
