SÃO PAULO (moleque da paz) – Depois do terremoto de ontem no mercado de pilotos, com as idas e vindas — longe de terminarem — entre Piastri, Alpine & agregados, o dia amanheceu hoje na F-1 com o aviso nas redes da Williams: “Anúncio oficial às 15h”. No caso, para nós tabajaras, 11h. Não que se esperasse muita coisa, mas quem sabe um segundo piloto…
Bom, foi apenas a confirmação de Alexander Albon, 26 anos, para mais algumas temporadas, num contrato, como gostam de dizer, “multianual”.
O melhor, mesmo, foi o que Albon colocou na sua conta no Twitter:
I understand that, with my agreement, Williams Racing have put out a press release this afternoon that I am driving for them next year. This is right and I have signed a contract with Williams for 2023. I will be driving for Williams next year.
— Alex Albon (@alex_albon) August 3, 2022
😂 let’s gooo @williamsracing 💪 pic.twitter.com/NNljcXOieE
Depois do chiste, Piastri tuitou pela primeira vez desde ontem. Mandou parabéns para o colega.
Sobre o tailandês, faz um campeonato honesto na Williams, com três pontos marcados até agora — um décimo na Austrália e um nono em Miami. Todos conhecem sua trajetória: Toro Rosso e depois Red Bull em 2019 — naquela fase em que nas hostes energéticas troca-troca era algo muito comum –, Red Bull de novo em 2020, exílio no DTM em 2021 e realocado na F-1 neste ano, ainda sob contrato rubro-taurino.
Até hoje se questiona muito a decisão da Red Bull de dispensá-lo ao final de 2020, depois de um aceitabilíssimo sétimo lugar no Mundial com pontos em 12 das 17 etapas e dois pódios — terceiros lugares em Mugello e no Bahrein.
Albon é bom piloto, bom menino e merece estar onde está.
