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BYE, WILLIAMS

B

O vídeo abaixo, que só pode ser visto no canal da F-1 no YouTube, é a homenagem da categoria à família Williams, que se despediu da F-1 domingo em Monza. Bonito e sensível.

A DESPEDIDA

A

RIO (triste, sim) – Fosse em priscas eras, começaria este texto hoje com uma bela metonímia. “Os escaninhos de Monza amanheceram mais tristonhos ontem [“ontem” porque seria um texto para o jornal do dia seguinte]. Neles, duas folhas de papel comunicavam que este GP será o último da família Williams no comando da equipe. A partir da próxima etapa, em Mugello, uma legião de...

WILLIAMS NUNCA MAIS

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RIO (abaixo de zero) – Por € 152 milhões, a Williams foi vendida para um fundo de investimento americano chamado Dorilton Capital. Estima-se que depois de quitadas as dívidas, a família ficará com € 112 milhões, as gavetas serão esvaziadas e a história do time como a conhecemos, iniciada em 1977, chega ao final. Virão novos CEOs, diretores, executivos. A saga de Frank Williams sobreviverá...

FOTO DO DIA

F

SÃO PAULO (cinza é tudo) – Sem o patrocínio da ROKit, com quem rompeu contrato, a Williams “à venda” apresentou hoje seu layout para a temporada que começa dia 5 na Áustria. A canadense Sofina, indústria alimentícia do pai do estreante Nicholas Latifi, ganhou os espaços nobres na carenagem. Azul e branco são as cores dominantes.

O FIM DAS GARAGENS

O

RIO (pena) – O anúncio feito hoje pela Williams — resumidamente, o time está à venda — encerra de vez uma era na F-1. É horrível ficar repetindo o tempo todo “é o fim de uma era”, mas é que as eras começam e acabam. E é preciso registrar os fatos. Falo da era dos garagistas na categoria. Da era das equipes-sobrenome como Brabham, McLaren, Sauber, Fittipaldi, Tyrrell...

FW43

F

FW43: pior que no ano passado, impossível RIO (e não sei não…) – Prestem atenção nestas duas sequências de números e digam o que elas representam para vocês: 3 – 3 – 5 – 5 – 10 – 10 320 – 257 – 138 – 83 – 7 – 1 Não é muito difícil assim desvendar o enigma proposto. Trata-se do desempenho da Williams desde 2014, quando assinou...

SEIS POR MEIA-DÚZIA

S

RIO (tá valendo) – Nicholas Latifi, canadense de 24 anos que estreia pela Williams nesta temporada, levará o número 6 em seu carro na disputa do Mundial. Ele deu um monte de explicações para a escolha. É o número que Rosberg usou quando foi campeão em 2016, o que usou em três de suas quatro temporadas na F-2 e que tem uma ligação com Toronto, cidade onde cresceu. Segundo o piloto, a cidade...

GP IN BARÇA (1)

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RIO (agora vai!) – Com nossos quatro representantes em Barcelona para a pré-temporada da F-1 (procurem, ninguém mandou mais gente), vamos começar a pingar algumas notícias mais quentes aqui. Começando com a Williams, que não andou hoje. Nem vai andar amanhã. Talvez na quarta. A Williams será a última colocada no campeonato de novo. Tenho pena dos pilotos, especialmente de Russell, jovem e...

OI, WILLIAMS

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Já a Williams terá o FW42 com motor Mercedes, pilotado por Kubica e Russell. A nova pintura também foi apresentada hoje, um azul e branco cheio dos degradês e patrocínio máster de uma fabricante chinesa de smartphones, ROKiT. A equipe espera, pelo menos, sair da lanterna em 2019.

KUBICA

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RIO (milagre, quase) – E a Williams finalmente confirmou Robert Kubica  como seu piloto titular para 2019. Aos 33 anos, o polonês retoma a carreira interrompida no começo de 2011 num acidente horrendo em uma prova irrelevante de rali. Quase perdeu o braço direito, e ninguém em sã consciência apostaria um zloty furado na sua volta às competições, muito menos à F-1. E eis que oito anos depois...

RUSSELL

R

RIO (fechando o cerco) – Virtual campeão da Fórmula 2, George Russell, piloto da academia de jovens talentos da Mercedes, foi confirmado hoje como titular da Williams para o ano que vem. Mais um moleque, 20 anos apenas, nessa onda de renovação da F-1 que vai diminuir bem a média de idade do grid em 2019. A F-2, muito rapidamente, vai-se transformando no celeiro mais seguro para a categoria...

TETRA, 25

T

RIO (saudades da terrinha) – Hoje o quarto título mundial de Alain Prost fez 25 anos. Dele me lembro bem, pois estava no Estoril naquele 26 de setembro de 1993 e a F-1 não falava de outra coisa que não fosse o iminente anúncio da chegada de Ayrton Senna à Williams para seu lugar. O tetra nem comoveu muita gente, pois era questão de tempo. Campeã em 1992 com Nigel Mansell, a Williams era...

PAPAI RESOLVEU

P

SAINT-BRIEUC (quase no fim) – E papai comprou a equipe. Lawrence Stroll lidera um grupo de empresários, fundos, investidores, sociedades anônimas, firmas desconhecidas e sei lá mais o quê que salvou a Force India da falência. Era esperado. É lá que seu filhote vai correr no ano que vem. Muito provavelmente com Sergio Pérez como companheiro, já que o mexicano se envolveu pessoalmente no...

PAI, ME DÁ UMA EQUIPE?

P

RIO (qual, filho?) – A notícia está pipocando. O pai de Lance Stroll, o bilionário Lawrence Stroll, deve fechar a compra da Force India, que precisará ser vendida pelo enroladíssimo Vijay Mallya. A péssima fase da Williams acelera o processo. Papis não quer ver o filhinho se arrastando num time que mergulhou no caos. A negociação, segundo o “Auto Bild”, pode significar a saída...

QUEM É ESSE MENINO?

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SÃO PAULO (tudo resolvido) – Deliciosa a história contada por Sergey Sirotkin ao “Motorsport” sobre seu primeiro encontro com Frank Williams. O dono da equipe achou que ele era um mecânico. Depois se encontraram mais algumas vezes, e aparentemente Frank continua sem saber direito quem é o menino que vai pilotar um de seus carros em 2018. A história é boa mas, ao mesmo tempo, um...

WILLIAMS FW41

W

RIO (dois frangotes) – Se Barrichello ainda corresse na Williams, iriam zoá-lo. Porque a equipe tinha se programado para ser a primeira a mostrar seu novo carro em 2018, mas acabou chegando em segundo — a Haas, de surpresa, apresentou o seu ontem. O cronograma foi mantido, de qualquer maneira. Está aí o FW41, 40º automóvel de corridas feito pela equipe de Frank Williams. Pularam o 39...

SIROTKIN & KUBICA

S

RIO (da força da grana) – O currículo de Sergey Sirotkin não é grande coisa. Aos 22 anos, salvo engano, tem apenas um título na carreira — em 2011, na F-Abarth. Não sei se ganhou alguma olimpíada de matemática na escola, ou prêmio em feira de ciências. Fez aparições esporádicas na F-2 e no WEC. Na GP2, em duas temporadas, foram três vitórias e dois terceiros lugares nos campeonatos...

É KUBICA

É

RIO (gênio, esse Américo) – A notícia já está há algumas horas na “home” do Grande Prêmio, assinada por Américo Teixeira Jr., uma máquina de apurar informações exclusivas. Robert Kubica já assinou com a Williams, será o substituto de Massa em 2018, e agora resta esperar pelo protocolo da F-1 — negativas, desmentidos, indiferença e, por fim, a confirmação oficial. Não nego...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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