SÃO PAULO (poxa…) – Foi algo decepcionante a revelação da pintura da Ferrari para o GP de Miami, neste fim de semana. Por dias a equipe alimentou nas redes sociais a expectativa de apresentar um carro azul que lembrasse os dois GPs finais de 1964, nos EUA e no México — quando John Surtees conquistou o título mundial. Na época, brigado com a FIA, Enzo Ferrari inscreveu seus carros nessas provas em nome da NART (North American Racing Team), equipe que pertencia a um amigo italiano radicado nos EUA. Mandou tirar o vermelho de birra. Os carros da NART eram efetivamente brancos e azuis e chamaram muito a atenção. Seria uma mudança de impacto fazer algo parecido agora.
Mas que nada… O que a equipe fez foi aplicar as cores Azzurro La Plata (mais claro) e Azzurro Dino (mais escuro) nas asas, rodas, laterais, retrovisores e Halo. Aproveitou para inserir os adesivos da HP, sua nova patrocinadora máster. E ficou nisso.
Azul mesmo, só a indumentária da equipe para essa corrida. Leclerc e Sainz vão usar capacetes, roupas de passeio e macacões nessa cor, como nos anos 60 e 70.
No fim das contas, muito barulho por nada.
