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CARS & GIRLS

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Tenho alguns sonhos de consumo. Objetos de desejo. Um Audi 60 certamente é um deles. Até porque é descendente direto do último DKW, o F102 — outro sonho. Vamos atrás… Ah, é repeteco, acho. Creio que já vi esta foto antes no blog. Mas não faz mal. Já disse várias vezes que algumas coisas a gente pode repetir.

audi60

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RIO (bobagem) – Faz tempo que “Cars & girls” desapareceu daqui, né? Andei pensando se era uma coisa meio sexista — já comentei isso –, e de fato é. Mas é também legal, os carros são bacanas e as meninas, lindas. Carros bacanas e meninas lindas, ninguém pode ser contra isso. Pesquei uma série legal de fotos antigas de automóveis meio desconhecidos, fotos publicitárias, mesmo. Começamos com o incrível Honda Z. E como tem um rapaz na foto, também serve como “Cars & boys”. Não sei o ano, vocês que tratem de descobrir.

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fabricatrabigirl

Na Alemanha Oriental, as mulheres eram estimuladas a trabalhar para viverem em igualdade de condições com os homens, inclusive salariais. Dispunham de creches do Estado para que a maternidade não fosse um inibidor de seu ingresso no mercado de trabalho, além de toda uma estrutura de saúde voltada exclusivamente para elas. Talvez por isso fosse um país com alto índice de divórcios. Neguinho enchia o saco, tomava um pé na bunda e pronto. A fila andava.

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O carro no canto direito, com essa traseira inconfundível, é um Studebaker. Não sei exatamente qual o modelo e o ano de fabricação. As meninas são lindas e modernas. E aí é que está o busílis: onde e quando foi tirada essa foto?

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Leandro Guimarães mandou a foto dessa gracinha que é um dos primeiros Audi pós-VW, inspirado no DKW F102. Eu mataria uma população inteira de micos-leões dourados por um carro desses, fácil!

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RIO (esses jovens…) – O Alexandre Neves, garimpeiro de fotos na internet, achou essa aí embaixo e ficou intrigadíssimo:

Não consigo identificar a foto: parece um F-3, mas não da época do Nelson. O capacete é o dele, mas será ele mesmo? Boné da Arisco? Esse não patrocinava o Rubens? De todo modo: como os tempos mudaram…

Bom, nem precisa ser tão velho assim para saber um pouquinho dessa foto. Contem aí para o Neves, rapazes.

piqueteamina

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SÃO PAULO (espalhem!) – Gostei muito dessa moça aqui. Ela se chama Karen Campos e é manicure em Campo Grande (MS). Em 2014,  resolveu trocar o carro que tinha por uma Variant 1970, para fazer seu trabalho em domicílio. Adepta de um estilo “vintage” de vida, deu tudo certo, até bater o carro em setembro do ano passado. O conserto foi orçado em 4 mil têmeres-golpistas. Precisa de clientes para arrumar o carro. Se eu fosse de Campo Grande ajudaria muito! O Thiago Bosco da Silva mandou a história.

minadavariantona

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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