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MAVECÃO NO TELÃO (2)

M

SÃO PAULO (sensacional, isso!) – Sabem por que o “(2)” no título? Porque no ano passado a gente falou aqui do filme que estava sendo rodado em Passo Fundo tendo como um de seus principais personagens o Maverick Berta que pertence ao nosso ídolo Paulo Trevisan.

Bem, o filme está pronto e estreia no dia 1º de dezembro. “Maverick: caçada no Brasil” é o nome da fita, dirigida pelo ator gaúcho Emiliano Rischel — que faz Jack Maverick, o personagem humano mais importante da produção.

Ele mesmo nos mandou o trailer que pode ser visto abaixo e a simpaticíssima mensagem que reproduzo:

Para se realizar um filme de longa-metragem a caminhada é sempre muito árdua e longa… Anos, para ser mais específico… Tivemos uma jornada muito feliz, pois em três anos conseguimos chegar a este momento, o do lançamento. Estou muito feliz de ter feito tantos amigos e parceiros nessa caminhada, pois a sétima arte é realmente um trabalho de colaboração entre profissionais das mais diversas áreas. E tivemos ainda a honra e o prazer de ter o Maverick Berta, um campeão das pistas, entre os personagens principais do filme, o qual na verdade dá sobrenome ao personagem protagonista da história, Jack “Maverick”. Cedido pelo Museu Nacional do Automobilismo Brasileiro, fica nossa gratidão ao Paulo Trevisan, que nos deu suporte e apoio incondicional na realização das filmagens. Com muito prazer e orgulho pelo trabalho realizado por todos os talentos envolvidos nessa produção, convido todos para assistirem ao trailer e conferirem mais informações e curiosidades no nosso site oficial. Abraço a todos os leitores e ao amigo Flavio Gomes.

Abraço recebido, Emiliano, e desejamos todo o sucesso do mundo na empreitada que me parece espetacular. Palmas também para o Trevisan, um cara que merece um busto em cada autódromo do Brasil pelo trabalho que faz pela preservação da memória do automobilismo nacional. O Berta é um carro espetacular, e seu desprendimento ao cedê-lo para as filmagens é algo que mostra bem o tipo de pessoa que é.

A sinopse do filme e o link para o site oficial está na página do YouTube. Agora, resta esperar pela estreia.

MAVECÃO NO TELÃO

M

SÃO PAULO (uau) – E eis que descubro meio sem querer espiando o papo dos outros no Facebook que Passo Fundo está sendo palco de filmagens de uma fita internacional, chamada “Maverick, Caçada no Brasil”. Não entendi bem o roteiro, parece que o nome do personagem principal é Maverick (li tudo na correria), mas o barato da história é que tem um… Maverick!

E não é qualquer um. Trata-se do Berta da Hollywood, que pertence ao museu de Paulo Trevisan, nosso guru e ídolo. Ele foi adesivado para as filmagens, como se vê na foto abaixo. Paulo supervisiona tudo pessoalmente, porque esse Maverick, definitivamente, é especialíssimo. E não pode correr riscos.

O roteirista, diretor e ator principal é Emiliano Ruschel, gaúcho de Lagoa Vermelha. O filme também tem participações argentinas e americanas, tanto na produção, quanto na atuação. Aqui tem mais fotos das filmagens.

11978

“LA MÁXIMA”

&

TC-

SÃO PAULO (é o cara) – Paulo Trevisan é velho conhecido nosso. Dono do Museu do Automobilismo Brasileiro, em Passo Fundo (RS), tem nada menos do que 121 carros em seu acervo, todos eles de corrida, claro, e históricos. Para quem não conhece, é só entrar aqui. Fica anexo ao Prix Hotel, que o Paulo ergueu com enorme carinho. Um complexo que, para nós, é uma espécie de Meca da velocidade. É lá que está o #96, inclusive. Tem de ir, ponto — assim que estiver funcionando a pleno, em alguns meses, porque a obra do museu é inacreditavelmente bela e complexa.

Mas quero falar de outra coisa. Nesta semana, recebi pelo correio a ótima revista “Potência Máxima”, editada lá mesmo em Passo Fundo, talvez a mais completa do Brasil sobre automobilismo — publicação que merece o respeito de todos nós.

Nela, um encarte especialíssimo, editado pelo Trevisan com textos, também, de nosso parceiro Paulo “McCoy” Lava. Neste encarte, uma radiografia completa sobre a Turismo Carretera argentina, conhecida lá como “La Máxima”, que é a principal categoria de Turismo da América Latina.

“São 16 páginas que escrevi sobre minha ida à TC em Buenos Aires em dezembro. Optei por uma abordagem bastante técnica, até porque os hermanos esbanjam”, conta o Paulo. “Essa, como sabes, é ‘La Maxima’ que jamais veio ao Brasil. Fui recebido de tapete vermelho. Estou abrindo mais portas por lá, inclusive envolvendo o museu. Aliás, aqui por Passo Fundo passa a BR285, que é a maior conexão do norte da Argentina com o litoral catarinense.”

O jornalista Claudio Crescêncio é quem toca a “Potência Máxima”. O encarte sobre a TC, bárbaro, está aqui. Parabéns a ele e ao Trevisan pelo excelente material. É um espetáculo, a TC. Além do desempenho, é um show de tecnologia, público, autódromos por todos os cantos, torcidas, ídolos. Preciso, urgente, ir a uma corrida dessas. Deste ano não passa.

Sobre o museu, só boas notícias. “Está com o prédio novo pronto desde outubro e ficando muito lindo. A obra e interior estão prontos, mas faltam as ambientações e sistemas de som e imagem. Breve te detalharei como iremos programar as visitas no futuro. As ambientações e decorações internas são importantíssimas e quero muita informação! No nosso Centro de Documentação já passamos de 105 mil fotos de automobilismo de época.”

Trevisan é um herói, o guardião da nossa história nas pistas. Mas, mais do que isso, é ativo no automobilismo e interessado por tudo que acontece por aqui e nas redondezas. O que se faz na Argentina merece muita atenção e divulgação. Além de montar e guardar o maior acervo do Brasil ligado às corridas, Paulo também se encarrega de nos aproximar da vizinhança.

Não é pouco.

museu2015
Lá no cantinho, o #96 já na casa nova, ainda em lugar provisório

GRATIDÃO ETERNA

G

SÃO PAULO (que chegue logo) – Vejam as fotos acima. Em Passo Fundo, Paulo Trevisan deve inaugurar em setembro o novo pavilhão do Museu do Automobilismo Brasileiro. Não deem muita importância ao site desatualizado. É que nos últimos anos Trevisan empenhou tudo que podia e não podia para construir o Prix Hotel e, anexo a ele, a nova casa de seu acervo impressionante de carros nacionais de corrida. Internet fica para depois. A vida real é bem mais legal.

Pode ser que atrase um pouco essa inauguração, porque a parte interna vai demandar muito trabalho e é uma das etapas mais difíceis dessa obra. Além dos carros, há todo um projeto museológico que inclui áreas multimídia, arquivos, exposições, memorabília, iluminação, áudio-visual, literatura e muito mais. E não dá para deixar de comentar a beleza do prédio, com uma volumetria toda especial, um marco arquitetônico para o país. Vai virar uma espécie de Meca para quem gosta de corridas. E são muitos, podem ter certeza.

Quem nos acompanha aqui conhece bem o tipo de coisa que Trevisan vem fazendo nos últimos anos, e aquilo de que ele é capaz — como, por exemplo, encomendar ao Toni Bianco um Fórmula Júnior e o Carcará II.

Sua coleção é, mais do que bela, importantíssima. Dá para dizer, sem medo nenhum de errar, que Trevisan salvou (e salva a cada dia) a memória do Brasil nas pistas. Sem ele, tudo teria se perdido por aí. Tudo.

Devemos gratidão eterna ao Paulo.

O HERÓI DE TODOS NÓS

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SÃO PAULO (entrando no fuso) – Paulo Trevisan é um herói. Guardião da memória do automobilismo brasileiro, não para nunca. Seu museu ficou pequeno? Faz-se outro. O acervo cresce a cada dia. Mas de forma organizada e criteriosa. Sabe-se lá onde ele encontra tempo para garimpar carros, levá-los para Passo Fundo, restaurá-los, fazê-los funcionar. E ainda pilota, o sacripanta! E acelera seu Passatão com enorme apetite.

O sempre ótimo portal Maxicar fez uma espécie de entrevista coletiva com ele. Está aqui. Lição de vida, paixão, empenho, abnegação. É uma honra ser amigo desse gaúcho a quem o mundo das corridas deve tanto.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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