Arquivoquinta-feira, 30 de março de 2006

Nos vemos em Interlagos

N

SÃO PAULO (é sábado) – Seguinte, macacada: amanhã tenho treino, TV e F-1. Coisa demais para dar tempo de blogar demais, portanto que ninguém chore ou se desespere se os posts rarearem. E o negócio é o seguinte: sábado tem corrida em Interlagos, terceira etapa da Superclassic. Na última corrida foi uma alegria muito grande conhecer alguns blogueiros, mas desconfio que para entrar nos boxes...

Tarumã, 1971

T

SÃO PAULO (onde era o Deck?) – Rui Pastor, que zela pelo passado automobilístico nacional, garimpou essa aqui e nos manda de presente. Tarumã, 1971. Tá mal de grid? Dois Porsche na frente… Esses carros da equipe Hollywood eram um negócio. Para ler sobre essa corrida, e ver as fotos de Dulce Lee, é mais do que necessário bisbilhotar o site da Obvio !. Vocês vão delirar com as imagens...

Avis raras

A

SÃO PAULO (sem blogueiro, não tem blog…) – Hoje tirei o dia para desovar algumas das contribuições de vocês que venho guardando há algumas semanas. O misterioso Filipe W enviou três fotos para vocês se divertirem. A que gosto mais é a primeira, essa aí embaixo. Isso é jeito de fazer curva? É. Os carros todos, diga-se, são lindos. Ponham a cachola para funcionar e identifiquem todo...

Fiat x Ferrari x Schumacher

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SÃO PAULO (e que chova muito, sem parar) – Este foi enviado pelo blogueiro Adriano Cippiciani. Pouco original, essa disputa entre carros de rua e um F-1, mas a curiosidade é ver uma Ferrari com pneus slick Goodyear (parece que foi em outro século, e foi mesmo), o Schumacher com o capacete antigo e o macacão todo vermelho. E a asa dianteira, então? Retinha, paralela ao chão. Hoje parecem...

Um quadro na parede

U

SÃO PAULO (capacete estréia, motor se despede) – O arqueólogo Caíque Pereira nos brinda com informações sobre o traçado de Jacarepaguá dos tempos de sua inauguração. A saber: Uma vez você me perguntou como era o Autódromo do Rio até 1970. Anexo se encontra a planta tirada do programa dos 1000 Km da Guanabara em que correram o GT 40, a Lola T70, Alfa P33, o Fusca Bimotor e que foi ganha pelo...

Às compras

À

SÃO PAULO (amanhã tem treino) – Rafael Bruno, do Clube do Puma, manda o link desta singela lojinha virtual na qual os mais abastados podem comprar desde um F-Júnior anos 60 até uma Benetton que foi do Piquet. Mas sabe de uma coisa? Achei alguns preços bem razoáveis. Qualquer coisa na casa de 10 mil a 20 mil dólares está na faixa dos calhambeques que usamos na Superclassic. Calhambeques no...

Fim de feira – II

F

RIO DE JANEIRO (ainde existe a Geneal?) – Cristiano da Matta não é o único. Acabo de ler no Grande Prêmio que Antonio Pizzonia vai correr em Long Beach pela Rocketsports. Mais um na “Bridgestone presents powered by não-sei-o-quê”, candidamente chamada aqui de F-Mundial. Para quem foi piloto de testes da Williams tanto tempo, e teve tantas chances na F-1 — na Jaguar e na própria...

Ao infinito e além

A

RIO DE JANEIRO (Canopus, Aldebaran…) – A esta hora Marcos Pontes está a mais de 200 km de altitude, bandeira do Brasil no braço, a bordo da Soyuz e a caminho da Estação Espacial Internacional. O lançamento da base de Baikonur pode ser visto no seu site oficial. Quando eu tinha 12 para 13 anos fui fazer um curso de astronomia no Planetário de SP, que inexplicavelmente está desativado...

Fim de feira

F

RIO DE JANEIRO (Barra é Rio?) – Cristiano da Matta assinou com a Dale-Coyne, uma espécie de Minardi da F-Mundial, ou Champ Car, ou seja lá o nome que tem isso (oficialmente, Bridgestone presents não-sei-o-quê). Há dois anos, era titular da equipe com o segundo maior orçamento da F-1. Sempre gostei muito de Cristiano. Pessoalmente, um sujeito sensacional, divertido, franco, sincero...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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