Arquivosábado, 31 de julho de 2010

SÁBADO NO PARK (2)

S

  PORTO ALEGRE (memorável) – Acabamos de voltar de umas das noites mais gostosas de nossas vidas. Aquelas que fazem a gente ter certeza de que vale a pena, muito, esse negócio de carro de corrida e corrida de carro antigo. O Teodoro Janusz, que tem uma linda coleção de DKWs e amanhã estará no Velopark com seu bravíssimo #56, nos convidou para um churrasco em sua garagem aqui em POA. Uma...

VELOPARK AO VIVO

V

NOVA SANTA RITA (não percam!) – E atenção, macacada! O site do Velopark transmite tudo ao vivo, imagens e cronometragem. Se vocês clicarem agora aqui, verão uma câmera estática na entrada da reta dos boxes. Não será essa a imagem, claro, que todos terão amanhã. A transmissão dos nossos treinos de classificação e das duas corridas da F-Classic será feita com seis câmeras, esquema profissa...

SÁBADO NO PARK (1)

S

NOVA SANTA RITA (melhor secar hoje) – Andamos no seco no treininho da manhã com 20 carros. Logo depois veio a chuva, que pegou em cheio a turma do Endurance e a primeira corrida da F-3 aqui no Velopark. Voltei a guiar o #96. Foi legal. Bem legal. Ele não andava havia dois anos. É sempre um problema para um carro sair andando depois de dois anos. Mas ele foi bem, acho que consegui fazer...

ZONTA IN SPA

Z

NOVA SANTA RITA (importante) – Ricardo Zonta, que pela Mercedes, já nem lembro quando, foi campeão mundial de GT, voltou a vencer na categoria hoje. Acho que é a mesma categoria, essas coisas mudam muito com os anos. Com um Lamborghini Morciféletro, ganhou em Spa. Foi a quinta etapa do campeonato. Zonta dividiu o carro com o alemão Frank Kechele na equipe Reiter. Entregou o carro a ele em...

HUNGARIANAS (2)

H

NOVA SANTA RITA (e choveu mesmo) – O que a Red Bull fez com a Ferrari e o resto, hoje, foi quase covardia. Mais de 1s do pole Vettel para Alonso, em terceiro, é para empacotar as coisas e voltar para casa. Se nenhum dos dois rubrotaurinos fizer bobagem na largada, eles terminam em primeiro e segundo, vão ao pódio e ficam lá esperando chegar o terceiro meia hora depois. Consegui ver o treino...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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