Arquivoquarta-feira, 13 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2010 (15) – ESPORTIVOS GRINGOS

E

SÃO PAULO (busca refinada) – Oh, o que fazer? São tantos modelos clássicos, objetos de desejo, brinquedinhos de milionários, itens de coleção… Mas vamos ser francos. Esportivos de verdade são três: Ferrari, Lamborghini e Porsche. O problema é que essas marcas resolveram ampliar demais sua gama de produtos nos últimos anos. Já nem sei qual é a última Ferrari na praça. E a Lamborghini, com seus modelos impronunciáveis como o Morciféretro? A Porsche deu até para fazer furgão para enganar americano.

Sendo assim, optei pelos três modelos que qualquer ser humano minimamente instruído teria em sua garagem: a Dino, o Miura e o Carrera.

O resto, para ser sincero, não me fala alto ao coração.

Amanhã, mais cinco categorias nesta que é a maior eleição já realizada em todos os tempos em todos os lugares.

ELEIÇÕES 2010 (13) – PILOTOS

E

SÃO PAULO (recorde?) – Toda hora me pedem para fazer a lista dos maiores pilotos de todos os tempos e tal. É sempre difícil, ainda mais quando as listas são curtas. Como deixar de fora Clark, Stewart, Lauda, Piquet, Fittipaldi, Fangio, Alonso?

Deixando.

A minha tem três: Senna, Schumacher e Prost.

Elejam seu preferido.

ELEIÇÕES 2010 (12) – INDY

E

SÃO PAULO (lá é na cédula) – Como a Indy é monomarca há muito tempo, foi preciso buscar no passado os finalistas para nossa eleição. Mas não um passado muito distante. E qual o mais bonito de todos, afinal? Tinha coisa bacana nos anos 60 e 70. Eu ia colocar um carro-turbina patrocinado pela STP, por exemplo, mas aquilo só corria em Indianápolis, que eu saiba. Era bonito, mas teve carreira muito curta.

Assim, após exaustiva pesquisa, cheguei aos três finalistas: o Penske da Patrick que deu a vitória a Emerson em Indianápolis em 1989; o Lola da Newman-Haas que Mansell guiou para ser campeão em 1993; e o Reynard azulzinho da Forsythe que levou Villeneuve ao título de 1995.

Votem, votem, votem!

ELEIÇÕES 2010 (11) – VW NACIONAIS

E

SÃO PAULO (e vai longe, muito longe…) – Já estão com saudades de votar, não? Então vamos lá. A primeira das cinco categorias de hoje é a de VW brasileiros. Carros projetados aqui, sacaram? Os finalistas são a Variant II, o SP2 e a Brasília. Excelentes representantes do que se fazia no departamento de design de São Bernardo do Campo.

Podem começar! E contem histórias de suas Variants, Brasílias, SPs…

BOA IDEIA

B

SÃO PAULO (horrível, sem acento) – O Ricardo Caruso guardou esse “card” desde 1987. Uma boa ideia da Lotus na época, distribuída aos jornalistas. O piloto analisava o circuito de próprio punho. Sendo que era, digamos que era bem possível que alguém copiasse as dicas…

PLIM-PLIM

P

SÃO PAULO (que nem pão quente) – Neguinho reclama da F-1 e diz que ninguém mais assiste, mas a Globo vendeu em minutos as seis cotas de patrocínio para a temporada de 2011. Segunda-feira os cinco cotistas deste ano renovaram seus contratos: Mastercard, Petrobras, Renault, Santander e Schincariol. E a TIM se juntou a eles. Não sei os valores. Dizem por aí no mercado que custam algo em torno de R$ 30 milhões, talvez um pouco menos.

A má notícia é que teremos de continuar vendo aquelas campanhas horríveis da cerveja que termina em “ão”, uma das mais deprimentes da história da publicidade mundial.

T NA TELA

T

SÃO PAULO (sol, enfim) – Viram ontem no “Limite” a primeira parte da matéria sobre a coleção de Ford T de São Paulo? Não? Pois vejam, ora bolas! Está aqui, no site da ESPN Brasil. No episódio de hoje, além de apresentar os carros, mostro como se dirigia um T e como se fazia para acender o farol com carbureto e essas coisas que 100 anos atrás eram corriqueiras… Ficou bem legal.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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