Arquivosexta-feira, 3 de agosto de 2012

TARDA, MAS NÃO FALHA

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SÃO PAULO (povo unido jamais será vencido!) – Acabo de receber a seguinte mensagem de Jason Vôngoli:

Na condição de cônsul honorário da DDR no Rio de Janeiro, recebi ontem (enfim) o troféu referente ao nosso extraordinário êxito no I Raid da Mantiqueira, disputado em maio. Este símbolo de triunfo socialista será levado a São Paulo no dia 14 próximo, sendo repassado a vossas mãos numa cerimônia especial que antecederá as 6 Horas de Interlagos. Pedem-se as presenças do Gerd e da sogra.
Abraços!
J.

Na foto, Vôngoli recebe a láurea de nosso guru-mor José Rodrix Octávio, grão-vizir do automobilismo clássico nacional.

TERRA BRASILIS

T

SÃO PAULO (2016 está aí) – Semana passada não escrevi coluna porque fiquei horas embevecido vendo a cerimônia de abertura dos Jogos em Londres. Hoje, retomamos a programação normal de um jeito meio olímpico, com medalhas de ouro, prata, bronze e lata para algumas notícias envolvendo o automobilismo brasileiro. Um trecho:

A prova do WEC, Seis Horas de Interlagos, está marcada para o dia 15 de setembro. Falta pouco mais de um mês. Quem sabe eu possa me enganar e nosso velho circuito receba uma pequena, mas fiel e alegre multidão para ver de perto o que de melhor há correndo por aí. Quem sabe os promotores (o Emerson é o “dono” da prova) ofereçam aos espectadores boas atrações, comida legal, exposição de carros, lojinhas com preços decentes, banheiros limpos, bom sistema de som, telões, visita aos boxes, algo voltado para quem gosta mesmo de corrida, não para convidados VIP que frequentam autódromos com o mesmo entusiasmo que vão a rodeios, para “ver e ser visto” e comer empadinha e tomar uísque.

Para ler na íntegra, é só clicar aqui.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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