Arquivoquarta-feira, 5 de setembro de 2012

BABADO FORTE (2)

B

SÃO PAULO (duvidem um pouco) – Como é o “Bild”, das pachecken, é bom ficar com um pé atrás, pois os dois citados são alemães: Nico Hülkenberg no lugar de Massa, com pré-contrato assinado é o primeiro; Adrian Sutil, que anda meio sumido, o outro.

A hipótese Hülkenberg não é de todo inverossímil. E ele ainda jogou gasolina azul na fogueira ao dizer que não nega, nem confirma.

Pérez é quem parece estar fora dos planos de Maranello, o que me surpreende. De qualquer forma, a aposta em alguém como Hülkenberg me parece sensata. O rapaz não faz bobagens, é competitivo, consegue resultados muito bons, como o quarto lugar em Spa.

BABADO FORTE (1)

B

SÃO PAULO (não duvidem dele) – É Eddie Jordan dizendo: Schumacher se aposenta no fim do ano e seu substituto será Hamilton. O ex-dono de equipe e atual comentarista da BBC diz que o anúncio é “iminente”.

Eu não conseguia imaginar Hamilton fora da McLaren até um tempo atrás. Mas, de uns meses a esta data, sim. A história da telemetria, as discussões salariais… O desgaste é visível. Talvez seja bom para ele tomar outro rumo na vida. O alemão parar é outra possibilidade real. No fundo, eu acho que ele gostaria de continuar. Mas pode ser levado pelos acontecimentos.

Vai ter barulho forte nos próximos dias, em resumo.

#TODOSTORCE

#

SÃO PAULO (mais uma) – E hoje Alessandro Zanardi, nosso herói, estreia nas Paralimpíadas (ou Paraolimpíadas, como queiram) de Londres, correndo em Brands Hatch, nas provas de bicicleta de mão. Estamos todos torcendo para ele.

Se conquistar alguma medalha, será a coisa mais linda do mundo.

ATUALIZANDO…

Passei o dia fora. Claro que todos já sabem. Deu ouro! Zanardi é o homem do século!

#APONTAESTUDO

#

SÃO PAULO (aos carros!) – Pastor Maldonado, em um ano e meio de carreira, já sofreu 17 punições. O estudo é do impagável Fernando Silva, no Grande Prêmio. Como se dizia antigamente no Twitter (sim, já tem “antigamente” para tuitadas), “significa”.

Dessas 17, apenas três foram por motivos fora de seu controle, como trocas de motor e/ou câmbio. As demais foram por bobagens diversas. Deve ficar na mira da FIA. Talvez um gancho seja educativo. Como será com Grosjean, que vai voltar calminho depois de Monza, podem ter certeza.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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