Arquivoterça-feira, 29 de outubro de 2013

DE NATAL?

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SÃO PAULO (aceito) – O Ricardo Bifulco descobriu essa coisa linda aí embaixo. Trata-se de um Moskvitch G4 de autorama, um formulinha fabricado em 1963 para correr na F-Júnior europeia, mas que acabou disputando provas apenas na URSS. Coisa mais linda do mundo.
Se o Paulo Tohmé fosse meu amigo mesmo, me daria de presente. Eu vivo indicando o blog dele aqui…

#BEMQUEEUFALEI

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SÃO PAULO (serve…) – Bom, eu disse que terça-feira é um dia legal para anúncios oficiais na F-1. Não veio o que eu achei que viria, mas a Lotus confirmou hoje que Grosjean já assinou para 2014. Também não foi um anúncio oficial, mas está valendo! Falando em Grosjean, é curioso esse piloto. Foi execrado (com alguma razão) quando substituiu Nelsinho, deu um passo atrás voltando para a...

KOMBI DO DIA

K

SÃO PAULO (flat) – Essa foto é demais e agradecço ao Danilo Cândido por dividi-la com nosotros. Trata-se de uma Kombi dando um rolê em Indianápolis. Não sei que espécie de GoPro o cara usou em 1964, mas ficou demais!
E eu quero esse relógio!

DICA DO DIA

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SÃO PAULO (com diz meu pai, bem bolado!) – Comercial da Honda com várias cenas em que a ilusão de ótica funciona muito melhor que efeitos especiais por computador. Alguém me mandou pelo Twitter, não anotei o nome, sorry. Vale a pena ver mais de uma vez para tentar desvendar os truques. Tem um pouco de Escher aí, podem ter certeza.

NO MERCADO

N

SÃO PAULO (funciona) – Com cacique demais para pouco índio, Ross Brawn deve deixar a Mercedes no fim do ano. A informação é de Eddie Jordan, que tem acertado tudo. Muita gente liga o nome do engenheiro inglês, agora, com a parceria McLaren-Honda, que passa a valer a partir de 2015. Seria ótimo para o pessoal de Woking, um reforço e tanto. A Williams também sonha com Ross. Mas não sei se...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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