Arquivosábado, 29 de novembro de 2014

LE MANS AQUI (3)

L

SÃO PAULO (legal demais) – Primeiro, fazem barulho. Bastante. Nem todos, OK, mas quase todos. Segundo, são lindos. E muito velozes. Terceiro, o autódromo está bonito, festivo, cheio de gente vendo carros novos, antigos, de corrida, de rua, miniaturas, comendo em food trucks, ouvindo banda de rock ao vivo, tem carro na pista o tempo todo, Porsche, Paulista de Marcas, regularidade, tem um...

TÁ TUDO BEM

T

SÃO PAULO (aqui, Porsche) – Hamilton e Rosberg fizeram as pazes. E acho que é sincero. E se for, mesmo, é algo a se comemorar. Companheiros de equipe quase nunca são amigos de verdade, quando têm um nível técnico semelhante. E na maioria das vezes é normal que seja assim. Os caras se conhecem já adultos, naquela fase idiota “não tenho de ser amigo de ninguém porque sou...

O FAVORITO

O

SÃO PAULO (favoritaço, na verdade) – Rubens Barrichello chega à última etapa da Estoque podendo ser campeão com um quarto lugar. E acabou de fazer a pole em Curitiba. Átila Abreu, seu principal adversário, parte em quarto. Rubens tem a chance de ser campeão depois de 23 anos. O último título ele conquistou na F-3 Inglesa em 1991. Não é algo que o incomoda. “Não mudaria nada na minha...

BLACK SATURDAY

B

SÃO PAULO (sempre é triste) – As tentativas de salvamento da Marussia fracassaram. Todo o material da equipe será leiloado em sua fábrica de Banbury, de acordo com anúncio feito hoje. Isso já deixa a F-1 com apenas 20 carros no grid para 2015, e isso pensando de forma otimista; afinal, a Caterham pode ter o mesmo fim. Se você se interessa por alguma coisa, é só entrar no site do leilão. Vão...

NA ROSSA

N

SÃO PAULO (na República de Interlagos) – E não é que Vettel não aguentou a ansiedade? Despinguelou para Maranello, sentou num carro de 2012 e deu um rolê em Fiorano, usando um capacete branco com a inscrição “meu primeiro dia com a Ferrari”.
Os italianos amam essas coisas.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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