Arquivosexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

VAI SER “O” ENCONTRO

V

SÃO PAULO (chega logo!) – O 13º Blue Cloud é só em agosto, mas a comunidade fumacenta está a toda. Teremos um encontro regional em Recife (neste domingo) e outro em Blumenau (em maio).

E vejam o primeiro, digamos, vídeo promocional da nossa reunião anual de DKWs. Homenageados: Nono e Armandinho, nossa ponta de lança no Nordeste.

TESTING, TESTING… (2)

T

Motor Racing - Formula One Testing - Test Three - Day 2 -  Barcelona, Spain

SÃO PAULO (é azul e preto) – Por tópicos, hoje.

– Interessante o desempenho da Force India. Menos pelos tempos (ficou em último), muito mais pelo fato de ter emplacado 77 voltas na primeira andada do carro de 2015. Neste começo de trabalho, confiabilidade é tudo. Hülkenberg (foto) foi quem andou hoje.

– A McLaren, finalmente, teve um dia de treino! Button conseguiu dar 101 voltas e exultou: “Hoje temos do que falar. Vocês não têm ideia de quanto se consegue fazer quando um carro é confiável”.

– O inglês ficou animado, e tem toda razão. Afinal, só hoje a McLaren andou mais ou menos 50% do que conseguiu nos nove dias anteriores de testes de inverno.

– Para constar, Jenson ficou pouco mais de 0s2 atrás da Ferrari, com os mesmos pneus macios. Resumindo, foi um dia feliz e promissor.

– Mas Alonso continua fora dos treinos. Pelo menos divulgou um vídeo para dizer que está bem. E parece estar, mesmo. Esse acidente será um mistério para todo o sempre. Ou vai ver que foi o que a McLaren disse, mesmo. Não creio, porém.

Nasr simulou uma corrida, completou 141 voltas e terminou o dia em terceiro. A Sauber faz uma pré-temporada honestíssima.

– Outro que andou feito louco foi Vettel, 143 voltas. “Não guiei a Ferrari do ano passado, mas essa aqui parece bem melhor”, disse, com enorme sinceridade.

– E a Mercedes? Ai, ai, ai. Assim que Rosberguinho meteu mais de um segundo em Bottas, com os mesmos pneus macios da Williams, o finlandês falou: “Eita, Giovana!”. O tempo de Nico foi 0s7 melhor que o de Massa ontem. De longe, o melhor dos testes. E ele disse que tem mais para vir do carro.

– E quando falou isso, todo mundo exclamou: “O forninho caiu!”.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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