Arquivosegunda-feira, 16 de março de 2015

SUÍÇA ELÉTRICA

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SÃO PAULO (não são fracos) – A Suíça revogou uma lei que estava em vigor havia 60 anos e que proibia corridas de automóvel em seu território. Ela existia desde 1955, ano em que o maior acidente de todos aconteceu nas 24 Horas de Le Mans, chocando o mundo todo — e os helvéticos, mais chocados ainda, resolveram que aquilo não era para eles. Detalhe: as corridas serão permitidas a partir...

BOM DIA, GP!

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Entrou no ar de manhã, mas se você não viu os comentários sobre o GP da Austrália em vídeo, aí estão!
BOM DIA, GP: 15 CARROS NO GRID É UMA TRISTEZA, MAS NASR PODE COMEMORAR

BUS STOP

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SÃO PAULO (coisa boa) – Acho que falei deste ponto de ônibus na Lapa um tempinho atrás, alertado pelo excelente “São Paulo Antiga”. Remanescente dos anos 60, é o que restou de uma série que, aos poucos, foi sendo botada abaixo pelas diversas administrações municipais da cidade. A boa notícia é que ele foi restaurado pela Prefeitura e está bonitão. Que seja tombado logo.

RÁDIO BLOG

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Não entendi direito o clipe, se passa em Berlim (Oriental e Ocidental, porque uma hora aparece a torre de Avus), a música se chama “Texas”, tem um cara aparentemente rico com uma BMW e uma família entediada, outra da DDR num Trabi que cruza com uns soldados americanos que ajudam a consertar o carro envolto em fumaça… Enfim, tem Trabants e Wartburgs, gostei.

SOBRE ONTEM DE MADRUGADA

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SÃO PAULO (bastante coisa pra falar) – Buenos dias, macacada. Embora tenha sido uma corrida pífia, com pífios 15 carros no grid e 11 pífios carros terminando a prova, o rescaldo está interessante. Vamos a eles, como sempre em pílulas. Ou “pírulas”, como eu dizia antigamente, e achava muito melhor que pílulas. – Nasr: ponderado o quinto lugar por ter sido obtido numa...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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