Arquivoquarta-feira, 9 de dezembro de 2015

CACÁ & MARQUINHOS

C

SÃO PAULO (levei uma bronca, e merecida) – Conduzido com o brilhantismo de sempre por Victor Martins e Rodrigo Berton, está no ar o “Paddock GP” edição #10, que recebeu Marcos Gomes e Cacá Bueno. Os dois lutam pelo título da Stock Car neste domingo a partir das 10h em Interlagos. A cobertura do Grande Prêmio, como sempre, será extenuante.

LINDA QUE ATÉ DÓI

L

dobere

SÃO PAULO (onde ele arruma essas coisas?) – Meu primeiro DKW foi comprado do Sérgio Berezovsky, que era meu colega em “Placar” — eu editor recém-chegado, ele fotógrafo. O Berê tinha dois: o meu 62 e um 58 preto com capota branca. Maravilhosos, ambos. Fiquei com o verde, que segue no conforto do lar junto com os amiguinhos que foram chegando nos anos seguintes.

Isso foi em 1988. Saí de “Placar”, passei por um monte de lugares, e o Berê permaneceu por anos na Abril, até comandar “Quatro Rodas” em sua última fase na editora, de 2000 a 2013.

[bannergoogle] Depois do 58, Berezovsky teve uma Vemaguet 61, acho, que pensava estar com ele, ainda. Ela tinha a combinação de cores mais feliz da Vemag: vermelho-tijolo, ou cerâmica, como queiram, e capota branca. Mas hoje descubro que o brinquedo é outro. Mais uma Vemaguet, agora 66, essa da foto (não se espabtem com as fotos espetaculares, Berê é foda na câmera).

Descobri porque um amigo comum me mandou o link da estreia do Berezovsky no “AUTOentusiastas”, com um lindo texto sobre a experiência de dirigir um carro antigo.

Li, me deliciei e morri de inveja da Vemaguet. Aproveito o ensejo para, caso ele venha aqui de vez em quando, perguntar: 1) onde o senhor arrumou esse carro? 2) onde foi parar a outra peruinha? 3) Por onde o senhor anda?

Aguardo as respostas do amigo.

ESQUISITICES

E

SÃO PAULO (eu quero!) – Esquisito e encantador o E-Méhari, que a Citroën apresenta nesta semana em Paris e será vendido já no ano que vem. Ele é inspirado no Méhari, jipinho de plástico fabricado entre 1968 e 1988 e popularíssimo entre a molecada — barato, simples, jovem. O novo é elétrico, como parece que será a tendência daqui em diante.

emehari

MOTOLAND

M

SÃO PAULO (só confusão) – Em 2009, o inglês Nathan Millward vivia de boa em Sydney, na Austrália, e trabalhava num café. Então, um dia, a extensão de seu visto foi negada e ele tinha três dias para empacotar tudo e voltar para Londres. Em vez de reservar um voo, pegou sua Hondinha 105 cc e resolveu voltar… de moto. Nathan saiu na loucura, sem vistos, conhecimento mecânico, pouca grana. Nove meses, 18 países e 37 mil km depois, chegou à Inglaterra. Suas aventuras viraram livro e podem ser encontradas aqui. Adoro essas histórias. Morro de inveja de quem tem peito para fazer coisas assim.

Desculpe quem mandou o vídeo, não anotei o nome.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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