Arquivosexta-feira, 7 de abril de 2017

ADEUS, SEPANG

A

SÃO PAULO (puxa…) – Já rolava um burburinho, depois veio a notícia de que o contrato não seria renovado, agora chega a informação de que ele será encurtado. E a Malásia realiza pela última vez, neste ano, um GP de F-1. A etapa de 2018, que deveria acontecer como derradeira, já era. A corrida está marcada para 1º de outubro. Será uma despedida com alguma carga de emoção. Se é verdade...

FOI SÉRIO

F

SÃO PAULO (e bastante) – Aos poucos vamos entendendo por que Pascal Wehrlein ficou fora da Austrália e, agora, da China. A lesão que sofreu na Corrida dos Campeões, em dezembro, não foi brincadeira. Toto Wolff revelou que o alemão fraturou uma vértebra do pescoço. E as consequências poderiam ter sido bem graves. Giovinazzi, como se sabe, corre de novo em Xangai. Se tudo der certo para...

LADALAND

L

SÃO PAULO (que orgulho!) – Tenho de agradecer ao Kleber de Carvalho, que me mandou esta maravilhosa matéria do site da BBC. O título-pergunta é: “O humilde Lada já é um carro clássico?”. Ao ler o texto, chega-se à resposta que este igualmente humilde blogueiro daria: sim, é. Claro que é! E a reportagem discute um pouco isso. Por que alguns carros simplórios, como Lada, 2CV, Fiat...

BUS STOP

B

SÃO PAULO (eu, hein?) – O Edison Veiga está resgatando fotos tiradas numa viagem ao Leste Europeu em 2010 e de vez em quando pingam umas muito interessantes. Essa aqui precisa da explicação: Flavio, Este é o letreiro do simpático ponto de ônibus em Bran, na Transilvânia, em frente ao Castelo do Drácula. Daí se toma um ônibus até Brasov, cerca de uma hora dali, onde há uma estação de trem...

XI, CHINA (1)

X

SÃO PAULO (mais ou menos certo) – Bem, não é preciso dizer muita coisa do segundo treino livre em Xangai. Não teve. Condições climáticas — só vão falar de neblina, mas a poluição naquela região, assim como em Pequim e em outras grandes metrópoles chinesas, é um absurdo –, impossibilidade de voo do helicóptero médico, chuva, no fim ninguém pôde andar. Teve um monte de gracinhas...

ONE COMMENT

O

Por causa da chuva e, principalmente, da poluição, praticamente não teve o primeiro treino em Xangai. Está na hora de repensar a corrida num país como esse, que está cagando e andando para questões ambientais. Quem conhece a China sabe do que estou falando.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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