Arquivoquarta-feira, 14 de junho de 2017

JÁ TINHA ME ACOSTUMADO…

J

RIO (e foi rápido, até) – A Force India pode mudar de nome em breve. Segundo Vijay Mallya, o simpático dono do time, talvez seja necessária uma mudança para internacionalizar a marca. O time, que nasceu em 1991 como Jordan, já se chamou Midland (2006) e Spyker (2007) antes de ser comprado pelo empresário indiano no final de 2007. Em 2008, estreou como Force India — um nome de início...

MURRO EM PONTA DE FACA

M

RIO (esforço inútil) – Lembram que há algumas semanas a Fórmula Truck cancelou a corrida de Cascavel oficialmente por causa do mau tempo? Pois a prova seria realizada no próximo fim de semana, de acordo com a direção do campeonato. Não será mais. Foi cancelada de vez. A categoria simplesmente não avisou a Prefeitura da cidade de sua intenção de fazer uma corrida na data — e não há...

PRIMEIROS PASSOS

P

RIO (olho no menino) – O gaúcho Matheus Leist, que venceu pela primeira vez na Indy Lights em Indianápolis há algumas semanas, fez hoje seu primeiro teste na Indy principal. Andou com um carro da Andretti, o de Alexander Rossi, em Elkhart Lake. As informações de sua assessoria dão conta de que os tempos foram bons, tendo sido o mais rápido entre quatro os novatos que foram para a pista...

SEM LUCAS

S

RIO (acontece) – Foi uma péssima notícia para Lucas di Grassi. Ele não foi liberado pelos médicos para disputar as 24 Horas de Le Mans pela AF Corse. Correria de Ferrari na GT Pro. O problema foi uma fratura no tornozelo que sofreu na semana anterior à rodada dupla da Fórmula E em Berlim. Lá, deu para correr. Foi ao pódio duas vezes, inclusive, mancando. Ele se contundiu jogando bola, numa...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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