Arquivonovembro 2018

MAVERICK HISTÓRICO

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RIO (vamos ajudar!) – Recebo e-mail do Rodrigo Lombardi com uma ótima notícia, mas que vai depender da participação de amantes do Maverick em todo o Brasil. A ele: O Maverick que participou do 1º Raid da Integração Nacional, em outubro de 1973, será restaurado e voltará a sua forma original, quando percorreu todas as capitais brasileiras. Com a participação de três automóveis — um...

SERGINHO NA DAMS

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RIO (agora é a hora) – Sérgio Sette Câmara fechou com a DAMS para sua terceira temporada na F-2. Ele deixa a inglesa Carlin, que fez o vice-campeão Lando Norris, pelo time do terceiro colocado, Alexander Albon. Ambos ascenderam à F-1 e vão defender no ano que vem, respectivamente, McLaren e Toro Rosso. DAMS e Carlin se equivalem em capacidade e história. O importante para o brasileiro, em...

SOBRE DOMINGO DE MANHÃ

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RIO (já na espera) – Três pilotos fazendo “zerinhos”, 11 títulos mundiais somados. Hamilton, Vettel e Alonso deram o adeus à temporada de 2018 com declarações de respeito mútuo, protagonistas que foram de quase todas as últimas temporadas da F-1. Não é exagero. Quando Alonso foi campeão pela primeira vez, em 2005, nem Hamilton nem Vettel haviam chegado ainda à categoria. Ele...

LÁ VEM SCHUMACHER

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RIO (chegará) – Mick Schumacher assinou com a Prema  para correr na F-2 no ano que vem. Previsão deste que vos bloga: duas temporadas na categoria, F-1 em 2021. Onde? Depende dos resultados, apenas isso. Só o nome não basta. Mas um nome com esse peso ajuda muito, abre portas e encaminha carreiras — como bem sabem os Fittipaldi, Andretti, Piquet, Rosberg, Hill, Villeneuve...

FOTO DO DIA

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Dezessete anos depois, Kimi Raikkonen volta a guiar um carro da Sauber. Agora pela manhã em Abu Dhabi. No total, 102 voltas para começar a se ambientar com o time e seu modo de operação.

ALBON NA TORO ROSSO

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RIO (só molecada!) – Alexander Albon, nascido em Londres há 22 anos, foi confirmado pela Toro Rosso como titular do time ao lado de Daniil Kvyat para o ano que vem. Neste ano, foi terceiro colocado na F-2 e venceu quatro corridas. Ele corre com bandeira tailandesa, mas não será o primeiro piloto desta nacionalidade na F-1. Entre 1950 e 1954, Birabongse Bhanudej Bhanubandh, conhecido como...

FOTO DO DIA

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Um dia depois da aposentadoria, Alonso sentou de novo num F-1. No caso, um McLaren V8 aspirado de 2013 no Bahrein, em atividade promocional que envolveu o piloto da Nascar Jimmie Johnson. Foi o espanhol quem fez o “shake down” do carro que o americano pilotou — e bem — na pista do Oriente Médio. Depois, sentou no Chevrolet #48 do colega. “Desde 1999 que eu não guiava...

O SAAB DO JAY LENO

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RIO (saudade do meu!) – Eu sabia que a garagem de Jay Leno haveria de ter algo em comum com a minha. Um SAAB! O dele é um 1958, modelo 93. O meu é um 1965, Monte Carlo. Que ele cita, inclusive, no final do vídeo. E o adesivo na janelinha traseira também tem no me azulzinho! O que irrita nos carros desse cara é que eles são impecáveis demais. Mas sempre que assisto aos seus vídeos, tenho...

N’ABU DHABI NÃO VAI NADA? (2)

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RIO (e não tem jogo mesmo) – “Não é mais pra mim”, disse Alonso na véspera de seu último GP, que concluiu com a dignidade possível hoje em Abu Dhabi. Ele não falava de suas condições técnicas e físicas de correr — elas são as mesmas de dez ou cinco anos atrás, é um dos melhores, coloquem-no numa Mercedes que ele ganha o campeonato com tanta facilidade quanto Hamilton. O...

OPALA, 50

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RIO (todo respeito) – Não é muito minha praia, mas como não registrar os 50 anos do Opala? Meu pai teve dois, um 1975 vermelhão-quase-laranja cupê, ainda com as lanternas redondas atrás; o outro, um quatro portas prata, câmbio na coluna, já com faróis quadrados — me ajudem, opaleiros, não sei em que ano essas mudanças estéticas foram feitas. Por incrível que pareça, não tenho...

N’ABU DHABI NÃO VAI NADA? (1)

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RIO (algo em comum) – Esse carinho de Hamilton com seu carro é uma das coisas que me fazem admirá-lo profundamente, ainda que possa achá-lo meio exagerado às vezes em algumas coisas — um mix de Neymar e Senna, com o que de pior ambos possuem/possuíam, no gestual e no discurso. Gostar de carros, tratá-los como gente, parece coisa de maluco. Talvez seja mesmo. Mas me identifico. Vivo...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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