Blog do Flavio Gomes
Indústria automobilística

O FUSCA CHINÊS

SÃO PAULO (que maravilha) – Algumas histórias de automóveis são realmente fantásticas. Quando fui à China pela primeira vez, em 2004, tudo me pareceu um espanto: o tamanho do país, o trânsito, a quantidade de gente e de bicicletas, os prédios enormes, obras por todos os lados, o autódromo gigantesco. Mas nada me chamou tanto […]

SÃO PAULO (que maravilha) – Algumas histórias de automóveis são realmente fantásticas. Quando fui à China pela primeira vez, em 2004, tudo me pareceu um espanto: o tamanho do país, o trânsito, a quantidade de gente e de bicicletas, os prédios enormes, obras por todos os lados, o autódromo gigantesco.

Mas nada me chamou tanto a atenção quanto a quantidade de… SANTANAS nas ruas! Sim, nosso VW Santana, que depois vim a saber que eram produzidos lá mesmo, e não na fábrica da Anchieta.

Isso foi em 2004. A maioria dos chineses não sabia guiar. Grande parte nunca tinha entrado num carro na vida. O cidadão médio estava começando a aprender a dirigir e se não tivesse buzina em seu carro ele não andaria dez metros. Vinte anos depois, o país é a maior potência da indústria automobilística mundial, faz veículos impressionantes, a tecnologia de ponta causa inveja aos europeus, japoneses e americanos, os caras vão dominar o planeta.

Mas vinte anos atrás andavam de Santana. Sim, o nosso Santana! Esse das fotos. Modelo que, para os chineses, tem a mesma importância na linha do tempo de sua indústria que teve o Fusca para nós.

E para entender como é que tudo começou, precisa ler este texto espetacular do nosso Jason Vôngoli no “Motor1”.