CategoriaEncontros

LADALAND

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Nasceu um grupo de proprietários de Lada em São Paulo. E na noite de quarta, no Pacaembu, rolou um encontro que teve 15 Nivas, dois Laikas e duas peruinhas. Uma dessas, essa coisa azul maravilhosa. Nessas horas sinto saudade da cidade. Se ainda estivesse morando lá, tentaria levar tudo!

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BLUE CLOUD, ESSE LINDO

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RIO (talento puro) – Neste ano minha participação no Blue Cloud foi relâmpago, chegando no sábado de manhã e voltando à noite. Mas passar o dia entre os carros mais queridos do mundo não tem preço, e valeu muito a pena, apesar do cansaço das 18 horas de ônibus entre o Rio e Poços de Caldas, ida e volta.

Como não tive tempo para muita coisa, simplesmente não fotografei nada. Nem levei carro, pela primeira vez desde que criamos o evento, eu e o Paulo Renato Arantes, lá atrás, em 2003 — ainda em Caxambu. Ano que vem, já decidi: vou levar uma cegonha com todos, para compensar!

Quanto às fotos, ainda bem que tem gente muito melhor para clicar a festa, como o Felipe Menhem, que produziu este belíssimo ensaio com imagens lindas do Palace, da praça, das pessoas, dos carros.

Queria saber fotografar assim.

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BLUE CLOUD CHEGANDO

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RIO (vamos lá) – É semana de Blue Cloud, o maior encontro de DKWs das Américas — na verdade, o maior do mundo depois do alemão –, a partir de quinta-feira em Poços de Caldas. Já estou sabendo de uma Schnellaster inacreditável que estará entre nós. Mas, para esquentar um pouquinho o clima, fiquemos com este Candango hoje. A foto é do Salão do Automóvel de 1960, eu chutaria. Pelo tom da pintura, azul e branco. Mas fiquei intrigado, mesmo, com a forração dos bancos. Era algo especial, que nunca vi de verdade. A Vemag, nos Salões, apresentava um monte de coisa diferente que nunca entrava em produção. Deve ser dessa lavra… Outra coisa que me deixa doido nessa foto é a malinha de ferramentas no canto direito inferior. Ou seria uma cesta de piquenique chique, como sugere um blogueiro nos comentários? Da mesma forma, nunca vi uma dessas ao vivo.

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MALZONI NO BLUE CLOUD

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RIO (ansioso) – Semana que vem é aquela em que donos e colecionadores de DKW se alvoroçam por todo o Brasil. É quando nos encontramos para o Blue Cloud em Poços de Caldas. Será a 15ª edição do encontro que eu e Paulo Renato Arantes criamos em 2003 e que virou um gigante. Já tem alguns anos que apenas participo e aplaudo o pessoal da organização, cada vez melhor.

Temos feito encontros temáticos ano a ano. Em 2016, por exemplo, as homenagens foram feitas aos 60 anos da Vemag. Agora, os organizadores escolheram Rino Malzoni para celebrar. Foi ele quem criou, em Matão, o GT Malzoni, que daria origem ao Puma. O Puma com mecânica DKW está fazendo 50 anos. Foi produzido apenas em 1967, ano em que a Vemag foi vendida para a VW e fechou as portas.

Vamos dar vivas também a todos os modelos 67, igualmente completando meio século de vida.

Pela primeira vez não levarei nenhum carro, pelo fato de estar morando no Rio — vou na sexta à noite de ônibus, devendo chegar à cidade na manhã de sábado para passar o dia e voltar no domingo. Sem problemas. O que importa é a presença de todos.

Mas vou ficar com saudade de ver meus carrinhos por lá. Paciência. A logística necessária e a falta de tempo impedem grandes maluquices.

Estamos esperando mais de 100 carros ao longo dos cinco dias de evento, de quarta a domingo, de todos os modelos — Belcar, Vemaguet, Candango Fissore, Malzoni, Puma e os importados que sempre aparecem, como a Schnellaster que virá de Brasília e fará todos perderem o sono. Quem for da região não pode perder!

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ENCONTRO DA VIDA

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RIO (debaixo de zero) – O relato do Jean Tosetto é muito emocionado, e entendo perfeitamente por quê.

Entusiasta do MP Lafer, o arquiteto do interior de São Paulo escreveu um livro sobre o carro, organiza encontros e passeios e viu, mais uma vez, o objeto de sua paixão virando notícia do outro lado do Atlântico. Na Alemanha, o MP Lafer tem fãs. E há um encontro que, neste ano, aconteceu em Colônia. Com o detalhe: Percival Lafer, criador do carro, foi até lá.

Faz parte dessa pequena e bela história, também, minha ex-namorada italiana Maria Cristina Gervasi, que depois de muitos anos e tentativas finalmente comprou um MP e o levou para Roma. Ela e Jean acabaram se conhecendo e viraram amigos. Cris, médica que participou da equipe que fez a autópsia em Ayrton Senna em Bolonha, vive hoje na Suíça com o marido e os filhos.

Vidas que se cruzam, amizades que nascem, momentos que se perpetuam.

Carros fazem coisas incríveis.

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LAFER LÁ

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SÃO PAULO (incrível, isso) – Como deixar de registrar o quinto encontro anual de MP Lafer na… ALEMANHA? É isso aí. O Jean Tosetto conta aqui como surgiu o evento, e explica aqui como os MP Lafer chegaram à Europa. No encontro deste ano, 13 carros estiveram presentes. Parece pouco. Mas não é. Estamos falando de uma reunião de um fora-de-série brasileiro de pequena produção num país de extensa cultura automobilística, como é a Alemanha.

E os lindos MP Lafer lá, fazendo sucesso. Sensacional.

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60 VELINHAS

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SÃO PAULO (bem vividas) – A Romi-Isetta fez 60 anos exatamente hoje. Oficialmente, é a data do lançamento do pequeno veículo, no dia 5 de setembro de 1956, com um desfile de 16 unidades pelas ruas do Centro de São Paulo. Fabricada pela Romi em Santa Bárbara d’Oeste, a primeira delas teve sua montagem concluída alguns meses antes, em 30 de junho. Em 13 de abril de 1961, a última foi produzida. Segundo o excepcional “Lexicar Brasiul”, bíblia da produção nacional de automóveis, 3.150 carrinhos foram fabricados.

[bannergoogle]Embora tenha vindo à luz alguns meses antes da perua camioneta DKW derivada da F91 Universal feita pela Vemag, a Romi-Isetta não é considerada por unanimidade como o primeiro carro brasileiro. Por uma filigrana jurídica, o veículo não se encaixava no que a legislação nacional definia como “automóvel”. Para tanto, o governo JK exigia lugar para quatro passageiros e espaço para bagagem. Só veículos com essas características se encaixavam nas diretrizes do GEIA (Grupo Executivo da Indústria Automobilística), que acabou emitindo o primeiro certificado autorizando a fabricação de carros para a Vemag.

Essa discussão é pueril, porém. Não creio que vemagueiros e romiseteiros vão se pegar na rua pelo direito de serem chamados de pioneiros da indústria nacional. Falando neles, os romiseteiros, um encontro em Santa Bárbara foi realizado neste fim de semana e 36 lindinhas apareceram por lá. O vídeo abaixo é uma delícia.

KOMBI DO DIA

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SÃO PAULO (imperdoável) – Por absoluta negligência deste que vos bloga, esqueci de contar antes para vocês do “King Kombi”, o evento que aconteceu no fim de semana em Barra Bonita, interior de São Paulo. Foi um encontro especialíssimo de Kombis que teve, entre outras, a presença da Velha Senhora turbinada de Nelson Piquet. “Velha Senhora turbinada” não é nada do que vocês estão imaginando, mentes sujas que são. “Velha Senhora” é como nós, kombistas, chamamos respeitosamente nossos veículos. E “turbinada” porque, até onde eu sei, o Nelson espetou uma mecânica meio insana na sua Kombi.

Segue um modesto vídeo de uma das brincadeiras feitas pelos participantes, no kartódromo onde foi realizada a festa. Alexandre Guillen é o autor. Vou procurar links com fotos e mais informações. Não sem antes dizer que fiquei aliviado que foi “quase”, no caso da Kombi branca em questão.

Algumas coisas que encontrei: reportagem da Globo local no G1 e… uma banda chamada “King Kombi”! Mas, certamente, o Tiago Songa, organizador e incansável militante das causas antigomobilistas, vai pingar milhares de fotos em sua página no Facebook.

E TOME DRONE!

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SÃO PAULO (vá lá…) – Teve encontro em São Bernardo no dia 17 para comemorar do Dia do Fusca. O vídeo impressiona pela quantidade de carros — Fusca é uma paixão nacional, todos sabem. Mas vou começar a implicar. Desde que os drones ficaram mais acessíveis, neguinho só usa isso para fazer vídeos! OK, as imagens são legais, mas está rolando um certo exagero de imagens aéreas. E NÃO AGUENTO MAIS ESSA MUSIQUINHA PARA VÍDEOS DE ENCONTROS DE CARROS ANTIGOS!

Isso à parte, baita encontro.

DICA DO DIA

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SÃO PAULO (é bom demais)O relato do nosso líder Marcio Fidelis sobre o passeio de domingo promovido pela Scooteria Paulista é uma delícia. Uma crônica da cidade, percorrida por nosotros, loucos por Lambrettas, Vespas e motonetas dois-tempos em geral.

Festejávamos os 462 anos de São Paulo, mas na verdade estávamos lá celebrando mesmo nossas vidas meio tortas, nós, os doidos das 75 motonetas que percorreram lugares mal-assombrados como o Castelinho da Rua Apa e o antigo Largo dos Enforcados, na Liberdade, numa noite de lua cheia de domingo. Para tudo terminar na Barra Funda num bar excepcional, o Duesie (sim, de Duesenberg), depois de passar por baixo do Joelma diante do espanto dos espíritos que lá habitam.

Adoráveis malucos. E somos dois deles, eu e a dois-tempista Marilia Aguena (que aparece fazendo tchauzinho aos 43s do vídeo).

MOTOLAND

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Essa Zundapp Bella 1958, incrivelmente trazida de volta à vida por um rapaz de São Paulo, esteve no nosso passeio de domingo à noite promovido pela Scooteria Paulista. Terminou o trajeto valentemente, sem problema mecânico algum. Incrível.

zundappVIII

ESTAREMOS LÁ!

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cartaz_anivesp_01SÃO PAULO (não vejo a hora) – Os passeios de motonetas clássicas promovidos pela Scooteria Paulista no aniversário de São Paulo são nada menos que espetaculares.

Vai ser o terceiro de que participaremos, eu e a dois-tempista Marília Aguena, que gosta muito da “motinho com suporte” — mas neste ano vamos de Vespa sem “suporte”, mesmo.

São sempre jornadas temáticas. Há dois anos, por exemplo, fizemos o circuito da ditadura, passando por lugares tristemente marcados pelas atrocidades do regime militar — sim, motoneta também é cultura e atitude política.

Neste ano, vamos visitar lugares mal-assombrados da cidade — creio que o castelinho da rua Apa será um deles, mas o roteiro completo é sempre uma surpresa que só mesmo nosso líder Marcio Fidelis tem na cabeça.

Segue o convite, mas atenção: só são aceitas motonetas clássicas dois tempos. Vespas e Lambrettas vão dominar a cena, claro, mas outras marcas, desde que antigas e “two stroke”, também podem participar.

VIII SÃO ANIVESPAULO: Edição Noturna
Pelos Caminhos Mal-Assombrados da Cidade
– Concentração: 24 de Janeiro às 20h30 no OBELISCO DO IBIRAPUERA. Somente motonetas clássicas!!!
– Festa: 23h às 3h da madrugada para o dia 25 no DUESIE Gastropub e Cervejas Especiais. Festa aberta, entrada 5 reais de couvert artístico, que dá direito aos cartões postais do evento.
SHOW: CONTINENTAL COMBO
https://www.facebook.com/continentalcombo
http://continentalcombo.bandcamp.com/
DJ’s: Everton (ABC Reggae Boys) e Cintia Sixtie (Mod/Soul)
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/877747479012449/

VOLKS & WAGENS

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SÃO PAULO (legal demais) – O Arthur Bomfim mandou o vídeo do encontro de VW que aconteceu em Águas de Lindoia. Não são só antigos, tem uns tunados, também, mas no geral é um evento bem legal. E o que é importante: a VW apoia. Coisa rara, nas montadoras brasileiras. Alguém aqui esteve nessa festa? Quando foi? Se me convidarem para o próximo, eu vou. Estava fazendo as contas, tem dez VW na minha pequena frota… Ah, em tempo: Buble Gun Treffen é o nome do encontro — se alguém soube a origem, conte aqui.

PREPAREM SEUS NIVAS!

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SÃO PAULO (eu bem que queria…) – Atenção donos de Niva (e outros modelos Lada em geral): dos dias 4 a 6 de dezembro em Forqueta (Caxias do Sul, RS), será realizado o segundo “Encontro Lada Fans”. Interessados devem se informar com o Luis Buchebuan (54-81446242) ou com o Nataniel Franco (54-91716473). Ou ainda na página da galera 4×4 no Facebook.

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PUMAS E MAIS PUMAS

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lospumas2SÃO PAULO (esse vale) – Raramente publico anúncios de encontros de antigos porque, como já disse, são tantos que me mandam que precisaria de um blog só para isso. Mas alguns merecem atenção especial deste escriba. E um deles é o “8º Puma Jundiaí”, neste domingo no interior de São Paulo. Reproduzo e-mail enviado pelo maior pumólogo do país, Felipe Nicoliello.

É no próximo domingo, dia 20 de setembro de 2015, um dos melhores eventos da marca Puma. Realizado pelo Puma Club do Brasil – Jundiaí-SP, em sua oitava edição ininterrupta, reúne os apaixonados por Puma para mostrar e ver os carros, mas principalmente para trocar informações e rever os amigos. Vamos prestigiar! Para os participantes de São Paulo, o ponto de encontro será no posto de combustível BR km 29 da Rodovia dos Bandeirantes, logo depois do Rodoanel. De lá o comboio saíra às 9h em direção a Jundiaí pela mesma rodovia, saindo no acesso para a Rodovia Anhanguera “Saída 47” e seguindo pela Anhanguera até a saída 55 para a Marginal Norte da Via Anhanguera. Dirija até a Av. Nove de Julho à direita e vá embora! O local fica lá na frente à sua esquerda, logo irão ver uma grande concentração de Puma.

Esse encontro reúne muitas centenas do esportivo brasileiro, de todas as fases e modelos. Quem puder, vá.

NA FUMAÇA (2)

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SÃO PAULO (muita coisa!) – Aos poucos, vamos pingando algumas coisinhas do Blue Cloud. São muitas emoções e muita informação! Desde 2003, em todas as edições, temos um momento especialíssimo do encontro. Às 10h do sábado, ligamos nossos motores para produzir a nuvem azul que dá nome ao evento — nascido em 2003 em Caxambu. Dá para ter uma ideia do que acontece nesse vídeo. É simplesmente sensacional!

Ah, não me venham com papo ecochato, pelamor… Nossos carros poluem menos do que a maioria dos quatro tempos, essa fumaça se dissipa rapidinho e não mata ninguém. Nem as borboletas de Poços de Caldas se incomodam. Se o buraco na camada de ozônio está arregaçado, não é por culpa dos DKWs. É apenas uma farra que fazemos todos os anos.

FOTO DO DIA

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Antes de um post alentado sobre o 13º Blue Cloud, não posso deixar de pingar esta foto que mostra toda a beleza do 67 — carrinho valente, é meu DKW que mais esteve nos encontros da marca desde que o criamos, em 2003. O legal foi que o antigo dono, o Jorge Paulo, de Brasília, esteve em Poços neste ano e pôde rever seu carrinho. Esse Belcar está comigo há 14 anos. Desde então, coloquei freio a disco e troquei os pneus. Mais nada. O carro foi vendido ao seu primeiro proprietário em 4 de dezembro de 1967, e é um dos últimos que saíram da fábrica da Vemag.

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Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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