TagAuto Union

MOTOLAND

M

RIO (fazendo as malas) – O Thiago Teixeira, de São Bernardo do Campo, mandou esta foto de uma galerinha montada em motos que, desconfio, são todas DKW. Ou pelo menos algumas delas. Afinal, vejam o que diz a placa: Auto Union Brasil – Cruzeiro. Será? A mensagem do Thiago: Bom dia, Flavio! Em anexo, envio uma foto do que, segundo o que li, foi a primeira oficina mecânica da cidade de...

DICA DO DIA

D

SÃO PAULO (vale a leitura) – Para nosotros DKW-maníacos, a história é bem conhecida. Mas sempre vale lembrar. Vocês sabiam que quem deu as linhas mestras para o que seria a mecânica de quase todos os carros da Volkswagen foi a Mercedes? E que isso tem a ver com DKW? O Fred Della Noce mandou o link que explica direitinho. No fim dos anos 50, a Mercedes comprou a Auto Union — que...

A IMPRESSORA QUE FEZ

A

SÃO PAULO (inacreditável) – O carrinho aí em cima, uma réplica em escala 1:2 do Auto Union Type C que dominou as corridas de Grand Prix na segunda metade da década de 30, foi impresso. Isso mesmo, impresso numa impressora 3D. Em metal. A Audi está desenvolvendo máquinas capazes de imprimir peças metálicas em 3D, como mostra o vídeo abaixo. Foi o Ricardo Divila quem mandou o link. Às vezes...

ESQUISITICES

E

SÃO PAULO (sempre aparece mais um) – A impressão que tenho é que nunca conheceremos todos os modelos de DKW fabricados no mundo. Apareceu este ser esquisito no eBay alemão. Aparentemente, modelo único, feito por algum construtor independente sobre um chassi de 1000SP, talvez até usando partes da carroceria. O detalhe dos espelhos retrovisores é incrível. Não sei nem se é feio ou bonito. Na...

ONDE ESTÃO?

O

SÃO PAULO (sumiu tudo) – O que depreendo desta série de anúncios de jornais dos anos 30, é que veio bastante DKW, Audi, Horch e Wanderer para o Brasil antes da Segunda Guerra. OK, talvez os Audi, caríssimos e luxuosos, não. Mas algumas boas dezenas de Horch, embora caros, sim. Os Wanderer, menores e mais leves, também não devem ter sido tão raros. E, seguramente, muitos DKWs vieram —...

FOTO DO DIA

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SÃO PAULO (figuraça) – Esse aí é Nick Mason, baterista do Pink Floyd, que vai conduzir em Goodwood o Auto Union Type D vencedor dos GPs da França e da Iugoslávia em 1939. O evento acontece na Inglaterra de 26 a 28 de junho. Será a nona participação de Nick com um Auto Union no maior encontro de clássicos de corrida do mundo. Na primeira delas, quando demonstrou interesse pelos carros...

DOZE ARGOLAS

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SÃO PAULO (adoraria) – Acho que já tinha escrito alguma coisa sobre isso, mas a notícia voltou à tona depois de uma publicação no GoAuto, da Austrália. Dono de 12 marcas diferentes, o Volkswagen Group cogita reunir todas elas sob um novo nome: Auto Union. Uau! A ideia seria desvincular as marcas não-VW da VW, em resumo. Em vez de dizer que “a VW é dona da Porsche”, o que leva...

DKW NA VEIA

D

INGOLSTADT (tá tarde) – Eu já devia ter capotado, mas cumpro minhas promessas. A noite chegou, a madrugada idem, e cá estou a editar fotos e a escrever. Melhor fazer isso, mesmo, com as coisas ainda fresquinhas na memória. De manhã a Audi Tradition abriu a exposição dos brasileiros, cortei a fita inaugural, dei algumas entrevistas para a mídia local e gostei do que vi. São quatro DKWs...

V DE VEMAG

V

INGOLSTADT (poucos entendem) – Amanhã de manhã, quando eu subir no que acho que será um palco no museu da Audi em Ingolstadt, estou pensando em fazer o V com o indicador e o médio. Será o V de vitória e de Vemag, principalmente. Será a cereja do bolo que comecei a assar há uns sete anos, quando conheci por e-mail o Peter Kober, da Audi Tradition, e ofereci a ele o #96 para ser incorporado...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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