Tagcolunas

MIL TEXTOS

M

SÃO PAULO (obrigado, muito obrigado) – É uma dupla que começa com G. Gabriel Araújo, um garoto de Jacareí que, por alguma razão pouco compreensível, é meu fã. Tem 16 anos, será jornalista, certeza. E dos bons. A outra é Gisèle de Oliveira, esta já uma jornalista especializada, a quem chamo apenas de “È” porque acho o máximo esse acento grave no “E”. Das boas. Há...

JAPAN POP SHOW

J

SÃO PAULO (baita reforço) – Bom dia, macacada. É tanta coisa acontecendo que não dei a devida atenção, aqui, à estreia da coluna “Japonesas” no Grande Prêmio. É mais uma colaboração de piloto brasileiro lá fora. No caso, aquele que, atualmente, pode ser considerado um dos mais bem-sucedidos do país, João Paulo de Oliveira. JP corre na F-Nippon, da qual já foi campeão, e é piloto...

COLUNAS, COLUNAS, COLUNAS

C

SÃO PAULO (legal, isso) – Nos últimos três dias, seis colunas novinhas em folha publicadas no Grande Prêmio: a “Motorsphere”, do Felipe Giacomelli, a “Coluna do Capelli”, do próprio, “Brickyard”, da Evelyn Guimarães, “Bruto”, do estreante Thiago Camilo, “Apex”, do Andre Jung, e “Wildcard”, da Juliana Tesser. Assuntos...

REFORÇO ARGENTINO

R

SÃO PAULO (só crescendo) – Estreou hoje no Grande Prêmio a coluna Carrera, do argentino Bruno Tarulli, que vai falar sobre o automobilismo aí do lado, onde se leva corrida a sério. É mais um grande reforço ao nosso time de colunistas que terá, ainda, mais novidades nos próximos dias. Deu para perceber que estamos ampliando bem a área de colunas porque julgamos que hoje, com a quantidade...

COLUNAS A GRANEL

C

SÃO PAULO (aos poucos) – No processo de mudanças do Grande Prêmio, agora abrigado no portal MSN, teremos algumas colunas novas, muitas de pilotos e/ou ex-pilotos, ainda por estrear. E outras da turma da casa, como Andre Jung (Apex), Coluna do Capelli (Ivan Capelli), Motorsphere (Felipe Giacomelli) e Superpole (Victor Martins). A minha, Warm Up, volta amanhã. Algumas já estão no ar e o link...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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