TagDana

CORCEL EM CORES

C

SÃO PAULO (espetáculo) – Como é que este filme do Jean Manzon tinha me escapado? O Cacá Vita mandou e a ele devemos gratidão eterna. Uma das primeiras fitas coloridas do grande cine-documentarista, ela mostra o então novíssimo Centro de Pesquisas e Engenharia Automobilística da Ford (sem nunca citar o nome da montadora; nunca entendi isso nos filmes do Manzon) nos primeiros tempos de...

CAÇAPAVA CHAMANDO

C

SÃO PAULO (todos lá) – É neste fim de semana, de sexta a domingo, em Caçapava, a exposição do acervo de Roberto Lee que foi salvo e aos poucos está sendo recuperado. De quebra, haverá exibição de vários filmes espetaculares. São documentários automotivos de Jean Manzon, que a Dana vem restaurando há alguns anos. Imperdíveis, de verdade. Mestre Mahar dá todos os detalhes e o serviço em seu...

NAS ASAS

N

SÃO PAULO (ao infinito e além) – Dica do Dú Cardim. Descontado o tom triunfalista do texto absolutamente laudatório e doutrinário, coisa de encomenda militar para louvar a FAB, as imagens são espetaculares. Principalmente as de Santos Dumont no começo do século passado, que incluem até um pronunciamento em francês. Eu nunca tinha visto. O filme faz parte do acervo de Jean Manzon restaurado...

BRASIL GRANDE

B

SÃO PAULO (profissional) – Mais um filme do Jean Manzon restaurado pela Dana. A qualidade é excepcional. Mostra o centro de pesquisas da Ford em São Bernardo e testes feitos pela montadora em estradas de terra e asfaltadas. Para quem tem Corcel e Belina, é um colírio. E a woodie? Como é linda essa perua… Quem mandou foi o Remi Martin. O tom grandiloquente da narração do Luiz Jatobá é...

Mísseis mortais

M

SÃO PAULO – Foi incrivelmente longo o intervalo de tempo entre a batida de Ed Carpenter no muro e o choque de Paul Dana. Tempo mais do que suficiente para que os pilotos desacelerassem. Até acredito que os comissários tenham dado bandeira, que o rádio tenha dito “yellow flag”, que luzes amarelas tenham acendido no painel. Mas por que diabos o cara estava tão rápido? Detesto...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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