Arquivoterça-feira, 14 de março de 2006

Instantâneos de emoção

I

SÃO PAULO (quem são os outros?) – Tenho recebido muitas fotos lindas de corridas brasileiras dos anos 60, 70 e 80, e aos poucos vou colocando aqui. Estas duas primeiras de uma série enviada pelo blogueiro Luiz Dränger são particularmente preciosas porque foi ele mesmo quem tirou nos idos de sessenta e quanto, Luiz? Fico imaginando a viagem no tempo que foi para ele reencontrar essas imagens...

O punta-tacco do Schumacher

O

SÃO PAULO (o barco afundou? Morreu todo mundo?) – Muita gente se espantou com o Schumacher freando e acelerando ao mesmo tempo na corrida de domingo, ação indicada pelos gráficos da transmissão da TV. Se são fiéis, esses gráficos, não sei. Mas é possível, claro, que ele tenha feito isso. De início, o Galvão falou que aquilo era punta-tacco, mas depois explicou que na verdade não era bem...

A pedidos. Poucos, mas pediram

A

SÃO PAULO (onde está o pai do Jack?) – Semana retrasada, acho, fiz uma comparação das mais pertinentes entre carros de F-1 e caipirinhas na minha coluna Warm Up. Aí muita gente, uns três ou quatro, pediu para que eu desse a receita da minha espetacular caipirinha, a única coisa que sei fazer bem na cozinha (faço outras duas que meus filhos adoram, mas acho que é porque sou o pai:...

Tá explicado

T

SÃO PAULO (e os números, que cazzo são aqueles números?) – Lembram a história de trocar um Aston Martin por um Ford Mondeo no próximo filme do James Bond? Pois a coluna do Roberto Nasser, guru dos jornalistas automotivos, explica. Ou dá uma pista. Ao entrar no link, procure o subtítulo “Do ano”.
Ao ler aquilo, tudo que pude dizer foi: nossa, que viadagem!

Muita fumaça

M

SÃO PAULO (o que fizeram com o Walt?) – Está no Grande Prêmio de hoje: Schumacher fica na Ferrari até 2008. Coisa do “Bild”, que é exagerado, mas bem informado. O cara andou bem no Bahrein. Sorria como um novato com a pole. Tem chances de lutar pelo título.
Sei lá. Eu achava que ia parar no fim do ano, ganhando ou perdendo. Já não acho mais nada.

100 dias, já

1

SÃO PAULO (que diabos tem dentro daquela escotilha?) – Neste exato momento, este excêntrico blog entra em seu 100º dia de existência, tendo recebido a extravagante quantidade de 324.808 visitas. Não sei bem se isso é muito ou pouco, mas dá 3.281 por dia. Eu ia contar os posts e comentários, mas fiquei com preguiça demais. Fato é que esta brincadeira tem me surpreendido a cada momento. A...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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