Arquivosegunda-feira, 15 de dezembro de 2008

DIVIRTAM-SE

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SÃO PAULO (para o Natal) – As miniaturas de papel do Fábio Poppi fizeram o maior sucesso em Interlagos, e por isso conclamo a blogaiada a conhecer este site indicado pelo André Souza, que tem carrinhos russos de papel. Tem até miniatura da Elena, igual a essa da foto. E na página 5 do site, você vai encontrar primos do Meianov.

A escala é 1:43. Precisa imprimir em papel de alta gramatura para recortar, colar e ficar legal. Em vez de gastar seu dinheiro com Hot Wheels para dar à molecada, faça uma frota soviética de papel!

DICA DO DIA

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SÃO PAULO (tudo se copia) – Interessante descoberta arqueológica de Humberto Corradi, este site fala sobre categorias que já não existem mais, coisas dos anos 90, como essa Copa das Nações de F-Opel/Vauxhall, uma espécie de precursora da A1GP. Vejam que tem até carro da Alemanha Oriental!

É um exercício interessante ver os nomes dos garotos que corriam e procurar ver se algum deles deu certo na carreira. Para se ter uma idéia, o time brasileiro teve André Ribeiro e Rubens Barrichello formando sua dupla em 1990. Foram vice-campeões, o melhor resultado do país, que seria igualado em 1997 por Wagner Ebrahim e Marcelo Battistuzzi. Também em 1990, Gil de Ferran correu pela equipe francesa. Ele nasceu lá, para quem não sabe.

Outros brasileiros que vestiram o carrinho verde-amarelo: Ricardo Maurício, Sérgio Paese, Tony Kanaan, Gualter Salles, Djalma Fogaça. E mais alguns. Dos estrangeiros, “pesquei” nas listas de participantes caras como Jos Verstappen, Justin Wilson, Pedro Lamy e Alexander Wurz.

QUAL A PRÓXIMA?

Q

SÃO PAULO (tudo isso é medo?) – Durou um ano a brincadeira da Suzuki no Mundial de Rali. A fábrica japonesa, no rastro da Honda (F-1) e da Audi (LMS e ALMS), anunciou que está deixando o WRC na próxima temporada.

Digo que foi uma brincadeira, porque nenhuma empresa séria desiste tão fácil das coisas. O WRC não está entre as coisas mais caras do mundo. E funciona muito bem como ferramenta de propaganda e de desenvolvimento de carros. A estréia foi discreta, 34 pontos, quinto lugar entre as equipes. Mas nada que justificasse a paúra imediata diante da primeira crise.

Vamos ver quem vai ser o próximo.

VÍDEO DE GALA

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SÃO PAULO (editores fazem milagres) – Com um pouco de atraso, a dica. Clique aqui para assistir ao vídeo que a FIA apresentou na sua Noite de Gala em Mônaco, com alguns dos melhores momentos da temporada de 2008, que foi mesmo espetacular. Tão espetacular que é difícil imaginar algo melhor no ano que vem — um ano que pode ser um ano meio baixo astral, por conta da crise, dos poucos carros no grid e tudo mais.

Para muita gente, 2008 foi o Baile da Ilha Fiscal. Mas é meio pessimista pensar assim. F-1 é, em geral, sempre muito boa. O problema dos custos não é algo que incomode. Chato, mesmo, é um grid magro. Por isso que todos os esforços, agora, têm de ser feitos no sentido de, pelo menos, ajudar na sobrevivência da equipe que a Honda renegou.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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