Arquivoquarta-feira, 14 de outubro de 2009

NOVO PALCO

N

SÃO PAULO (bonita camisa, Fernandinho) – Não sei se é novidade, me parece que sim. Leandro Guimarães foi quem enviou. Parece que é a primeira volta de um F-1 pelo circuito de Abu Dhabi. Um dois lugares conduzido por Bruno Senna. Tem até túnel no box. Uau.

PRECISA TANTO?

P

SÃO PAULO (relax) – Foi só pipocar aqui e ali a declaração de Massa sobre o escândalo de Cingapura (“Certeza que ele sabia”, disse, sobre Alonso), e a Ferrari já chamou os bombeiros. Segue o que acabo de receber da assessoria de imprensa do time de Maranello, como dizem os antigos: São Paulo, 14 de outubro de 2009 – Uma declaração feita por Felipe Massa durante almoço com...

RODÍZIO COM MASSA

R

SÃO PAULO (de saída) – Sorry, macacada, mas terei de ser muito breve. Acabo de chegar de um almoço de jornalistas brasileiros com Felipe Massa numa churrascaria e o achei muito disposto, bem fisicamente, pronto para voltar. No ano que vem, como ele mesmo admite que é mais seguro. Ele está bom para correr, nas suas palavras, mas ainda não para a eventualidade de um novo acidente, hipótese...

ACHADO

A

SÃO PAULO (lindo de morrer) – Antes de viajar deixei gravadas algumas matérias para o “Limite”, e uma delas foi a do Onça, na oficina do Ricardo Oppi. No mesmo dia ele me mostrou este Fiat 509 Torpedo 1927, com menos de 3 mil km rodados. Acabei gravando também. A matéria está aqui. É uma história impressionante, de um carro que ficou parado quase a vida toda porque o primeiro...

VENDE-SE

V

SÃO PAULO (tudo tem seu preço) – Me conta o Ricardo Divila por e-mail que lá nos EUA a família Hulman afastou Tony George do comando do Indianapolis Motor Speedway e que são fortes os rumores de que o autódromo, nas mãos do clã desde 1945, pode ser vendido. E quem estaria a fim de comprar seria a turma que é dona da NASCAR. Valor: US$ 600 milhões. Indianápolis é um elefante branco. Daquele...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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