Arquivoquinta-feira, 22 de outubro de 2009

RÁDIO BLOG

R

SÃO PAULO (billboard) – Nem precisam encher de comentários. Sei que todos ficarão de queixo caído com a descoberta do Ricardo Divila, a grande Sonja Schmidt e seu pop-jazz-rock com batida em dois tempos.

COPIÕES

C

SÃO PAULO (vai, ficou bonitinho…) – Alertado pelo twitteiro @danielcamargos, fui ver que história era essa de a Honda imitar os alemães e lançar sua versão trabântica de carrinho elétrico retrô. Está aqui o dito cujo, Honda EV-N, apresentado no Salão de Tóquio. Acho que ainda é protótipo. Devo dizer que, às vezes, muito de vez em quando mesmo, dá até vontade de comprar um carrinho...

INTERLAGOS EM NOTAS

I

SÃO PAULO (faltou pouco) – Mark Webber venceu o GP do Brasil e o rigor de Evelyn Guimarães impediu que ele ficasse com média 10 no Ranking GP. Sua nota foi 9,9, o melhor da prova para a turma do Grande Prêmio. Depois dele, os dois do pódio com 9,3: Kubica e Hamilton. Kobayashi-san mereceu 8,4, mais pela surpresa que pelo resultado. Barrichello ficou com 7,4. E o pior da corrida foi Trulli...

FALA GIL

F

SÃO PAULO (voz da experiência) – Bacana demais a entrevista exclusiva do Gil de Ferran a Evelyn Guimarães, do Grande Prêmio. Ele fala sobre os planos de sua equipe de Indy, caso Nelsinho, Brawn e Honda e tudo mais. O Gil é um baita cara. Faz parte da turma do automobilismo que cabe nos dedos das mãos.

INDY IN RIO, SIM

I

SÃO PAULO (boa) – A história é curiosa. Vazou sem querer no site da Indy a confirmação da prova de abertura do campeonato no dia 14 de março no Rio. A notícia deveria ser publicada no dia 31, mas já estava escrita e algum incauto colocou no ar. Nem adianta clicar, que já tiraram. Tony Kanaan, pelo Twitter, foi quem alertou para o que chamou de “novidade boa”. E é mesmo, quem sou...

INTER-JUNG

I

SÃO PAULO  – Ótima, como sempre, a coluna do Andre Jung no Grande Prêmio. Uma ode a Interlagos e uma constatação curta e grossa: a estreia de Kobayashi lança sombras sobre Nelsinhos, Grosjeans e outros. A ilustração, fabulosa, é de Marta Oliveira.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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