Arquivosexta-feira, 30 de outubro de 2009

2’15″91

2

SÃO PAULO (quase morto) – Perdão pelo sumiço. Coloquem na conta do trânsito de SP. Bem, no treino da tarde virei uma única volta em 2min15s91, a melhor do Meianov. As outras todas em 2min20s. Guiando mal. Encaixei uma, e desconfio que fiquei sem bomba d’água, o que dá uns cavalinhos a mais. Senti o carro esquisito e me senti esquisito. Mas não quebrou nada. O acelerador estava...

ARABESCAS (2)

A

SÃO PAULO (esquenta meu motor, please) – Terminou de noite o primeiro dia de treinos em Abu Dhabi. A pista é iluminada, oh! Bem, a McLaren sobrou, com Kovalainen em primeiro, 1min41s307, e Hamilton em segundo, a 0s197. Button, que não quer saber de moleza, mesmo campeão, fez o terceiro tempo. Vettel foi o quarto e nosso novo ídolo, Kobayashi, o quinto (Trulli ficou em 14º…)...

PAUSA PARA O ALMOÇO

P

SÃO PAULO (e eis que o sol aparece) – Os organizadores do GP de Abu Dhabi programaram os treinos nas arábias de forma a não haver conflito com os nossos treinos da Classic Cup aqui em Interlagos, o que é muito razoável. Assim, ninguém atrapalha ninguém. Dei só quatro voltas agora de manhã, duas cronometradas, até levar bandeira preta com bolinha laranja, porque não tinha feito a inscrição...

ARABESCAS (1)

A

SÃO PAULO (vou pra outra) – Nada mais artificial do que essa pista de Abu Dhabi no meio do nada com suas arquibancadas vazias lavadas com Omo total, pontuadas aqui e ali por árabes com suas roupas também lavadas com Omo total falando ao celular e exibindo seus óculos Ray Ban, e os iates desertos, e as passarelas que ligam nada a lugar nenhum, e o hotel monstruoso com sua arquitetura metida...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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