Arquivosegunda-feira, 19 de abril de 2010

ENCHE O TANQUE (25)

E

SÃO PAULO (só na memória) – Mais uma da nossa minissérie mais amada. Contribuição do blogueiro Flávio Bredariol, que diz: “Esse foi um posto da Esso na cidade de Garça (SP). Essa foto é de mais ou menos metade da década de 50. Alguns anos depois o posto viria a ser adquirido pela prefeitura da cidade. Hoje nesse local existe um prédio feio da Telefônica e uma antena de telefonia...

DIÁRIOS, AUSTRÁLIA

D

SÃO PAULO (hoje, intermitente) – Vamos lá, a tchurma gosta de uns textos enormes, então vamos zerar o calendário. Já publiquei meus Diários de Viagem da China e do Bahrein, agora vai o texto escrito em março de 2004, quando da abertura do Mundial daquela temporada, em Melbourne. Texto revisado segundo as novas normas ortográficas. Argh. Se estiver enchendo o saco, avisem que eu paro. NÃO...

ONDE FOI PARAR?

O

SÃO PAULO (mistério total) – A incrível história do Maverick abandonado há 15 anos em Campinas, numa rua que foi asfaltada recentemente. A empresa responsável fez o asfalto em volta do carro. Que, ao que parece, foi levado por um guincho sem identificação. Está tudo aqui, neste link que vários blogueiros me mandaram. Pessoal de Campinas, alguém sabe de mais alguma coisa sobre o destino do...

SÓ EU ACHO?

S

SÃO PAULO (sei não…) – Domingo, quando a TV repetiu de frente a largada do GP da China, tive a nítida impressão que Alonso não queimou nada. Claro que há os sensores, o dedo de Charlie Whiting e tal e coisa e coisa e tal, mas continuo com a convicção de que não houve queima. Provavelmente os sensores são mais ágeis que meus olhos, uma derrota do corpo humano inapelável. Mas este...

PRIMEIRA VÍTIMA

P

SÃO PAULO (acaba logo, mundo) – A primeira vítima, no mundo da velocidade, do vulcão da Islândia cujo nome é impronunciável e inescrevível (existe?) é a etapa de Motegi da MotoGP. A corrida estava marcada para domingo que vem e foi transferida para o início de outubro, porque não dá para sair da Europa. A propósito do assunto, reproduzo gráfico que me foi enviado pelo Ricardo Divila. Ele...

PALMAS PARA A TRUCK

P

SÃO PAULO (e vida longa) – Não falei da Truck ontem, aliás quase nunca falo, o que configura algum tipo de injustiça, sem dúvida. Os brutos correram ontem no Rio. Pelos relatos que tenho lido, o público foi excepcional, os organizadores deram uma baita garibada no autódromo (sem obrigação nenhuma, diga-se), a corrida foi boa e tudo mais. Ganhou o Roberval Andrade, com o caminhão do Timão...

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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