Arquivodomingo, 4 de março de 2012

AGORA, MELBOURNE

A

SÃO PAULO (falta pouco) – Pois terminou a pré-temporada. As equipes tiveram 12 dias para treinar. A maioria delas usou carro novo o tempo todo. Outras, como Mercedes e Lotus, entre as que importam, perderam alguns dias por um probleminha ou outro. Os aurinegros fecharam o último dia, hoje, com o melhor tempo do inverno em Barcelona. Com Raikkonen. Já tinha andado bem, a Lotus, com Grosjean...

VAI MUITO BEM

V

SÃO PAULO (preparem-se) – Pat Fry, diretor-técnico da Ferrari, disse que a equipe não luta por pódio na Austrália.
A Ferrari esqueceu de proibi-lo de dar entrevistas também.

BUS STOP

B

SÃO PAULO (Cometa, Cometa…) – Escreve o Du Oliveira, irmão do Décio: “O modelo da foto foi o primeiro Mercedes monobloco fabricado no Brasil (1958). Este da Viação Cometa era personalizado com o letreiro São Paulo-Itapetininga pintado na lataria. Clique de 1959 em Itapetininga/SP”.
Demais, não?

SABADÃO DO MEIANOV

S

SÃO PAULO (como demora…) – Senhoras e senhores, blogueiros e blogueiras, meu carro foi vítima de terrível sabotagem ontem, sábado, na segunda etapa da Classic Cup. Zebras malditas! Aí está um vídeo do que foi minha corrida. Voltei a usar a câmera on-board, por força de patrocínios. Sabem como é, piloto pagante precisa dar retorno. Preciso comprar outra GoPro dessas, HD e com som bom...

VAI BEM

V

SÃO PAULO (dia longo) – A Ferrari proibiu seus pilotos de falarem com a imprensa até o fim de semana do GP da Austrália.
Provavelmente porque sabe que Alonso e Massa são sinceros.

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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